Salva por um homem atraente, determinado...
E rude!
Caz Ryan foi criada sem mimos, até que reinventou seu visual e se transformou em uma mulher sofisticada, independente e muito bem-sucedida nos negócios, mas não no coração.
Quando Caz vai para o interior para receber sua herança, tem um verdadeiro choque:
Não estava preparada para enfrentar sua verdadeira natureza.
Capítulo Um
Quando a lama cobriu o pára-brisa, Caz perdeu o controle da direção e freou. Seu novo Mini prateado derrapou de lado pela estrada até cair numa vala.
De repente, tudo ficou escuro e ela escutou apenas sons desagradáveis: arbustos e cascalho arranhando a tinta original e o gemido de metal sendo amassado.
O carro agora estava imóvel. E tudo estranhamente silencioso.
Tentando não se mexer, Caz fez uma checagem física completa.
Sem ossos quebrados nem sangue no tapete.
Apesar de espremida entre o banco e a porta, com sua chiquérrima bolsa de viagem aparentemente soldada à sua cabeça, Caz estava ilesa.
Mas não graças ao homem de Neanderthal cujo trator espirrara lama em seu carro.
Aliás, onde estava ele? Esticando o pescoço,
Caz viu a parede lamacenta da vala e uma estrada que não devia estar acima de sua cabeça. Culpa sua. Devia ter permanecido em Londres, onde os homens sabiam que era melhor ficar fora de seu caminho.
Em Londres, tudo era diferente. Lá, ela não era Caz Ryan, no momento trêmula de tensão, mas Cassandra Bailey Brown, o alterego superconfiante que criara para vencer na vida. Inventar o nome foi fácil.
Cassandra porque sua mãe fora uma romântica.
—isso é, antes de largar Caz num orfanato e fugir para "se descobrir".
Bailey Brown saíra da lista telefônica.
Como havia apenas duas listadas ali, Caz deduzira que o sobrenome era raro e, portanto, uma escolha perfeita.
O motivo para a mudança? Depois que terminou a escola, Caz não conseguiu emprego.
Seu sotaque e seus modos denunciavam a origem humilde.
Ela precisava fazer algo quanto a isso, e a inspiração veio da televisão. —as apresentadoras de telejornal e sua pronúncia perfeita.
Caz ouviu-as atentamente até sentir-se segura para se relançar como Cassandra.
A tática funcionou. Portas que antes tinham sido fechadas na cara de Caz Ryan foram abertas com sorrisos para Cassandra Bailey Brown. Remexendo-se, Caz tentou encontrar uma posição melhor, mas só conseguiu comprovar que, enquanto na cidade Cassandra olhava de cima para todos, ali no campo ela não conseguia sequer enxergar por cima dos arbustos.
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Mas o alto, sexy e rude Galem Brent está por perto para ajudá-la a se recuperar — e mostrar que no campo há mais atrações do que se imagina!
Caz sabe que Galem deseja seduzi-la, e irá se permitir essa aventura de fim de semana.
Mas, à medida que a segunda-feira se aproxima, ela precisa escolher entre ser a sofisticada profissional da cidade ou a mulher intensa que se revelou no campo...
Caz sabe que Galem deseja seduzi-la, e irá se permitir essa aventura de fim de semana.
Mas, à medida que a segunda-feira se aproxima, ela precisa escolher entre ser a sofisticada profissional da cidade ou a mulher intensa que se revelou no campo...
Capítulo Um
Quando a lama cobriu o pára-brisa, Caz perdeu o controle da direção e freou. Seu novo Mini prateado derrapou de lado pela estrada até cair numa vala.
De repente, tudo ficou escuro e ela escutou apenas sons desagradáveis: arbustos e cascalho arranhando a tinta original e o gemido de metal sendo amassado.
O carro agora estava imóvel. E tudo estranhamente silencioso.
Tentando não se mexer, Caz fez uma checagem física completa.
Sem ossos quebrados nem sangue no tapete.
Apesar de espremida entre o banco e a porta, com sua chiquérrima bolsa de viagem aparentemente soldada à sua cabeça, Caz estava ilesa.
Mas não graças ao homem de Neanderthal cujo trator espirrara lama em seu carro.
Aliás, onde estava ele? Esticando o pescoço,
Caz viu a parede lamacenta da vala e uma estrada que não devia estar acima de sua cabeça. Culpa sua. Devia ter permanecido em Londres, onde os homens sabiam que era melhor ficar fora de seu caminho.
Em Londres, tudo era diferente. Lá, ela não era Caz Ryan, no momento trêmula de tensão, mas Cassandra Bailey Brown, o alterego superconfiante que criara para vencer na vida. Inventar o nome foi fácil.
Cassandra porque sua mãe fora uma romântica.
—isso é, antes de largar Caz num orfanato e fugir para "se descobrir".
Bailey Brown saíra da lista telefônica.
Como havia apenas duas listadas ali, Caz deduzira que o sobrenome era raro e, portanto, uma escolha perfeita.
O motivo para a mudança? Depois que terminou a escola, Caz não conseguiu emprego.
Seu sotaque e seus modos denunciavam a origem humilde.
Ela precisava fazer algo quanto a isso, e a inspiração veio da televisão. —as apresentadoras de telejornal e sua pronúncia perfeita.
Caz ouviu-as atentamente até sentir-se segura para se relançar como Cassandra.
A tática funcionou. Portas que antes tinham sido fechadas na cara de Caz Ryan foram abertas com sorrisos para Cassandra Bailey Brown. Remexendo-se, Caz tentou encontrar uma posição melhor, mas só conseguiu comprovar que, enquanto na cidade Cassandra olhava de cima para todos, ali no campo ela não conseguia sequer enxergar por cima dos arbustos.
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