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sábado, 7 de julho de 2012

A Ilha Do Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Para a grande surpresa de Catherine, a ilha em que ela sempre viveu é deixada de herança para Zach Talent, um viúvo jovem e atraente, porém viciado em trabalho. 


Zach quer a ilha só para ele, e exige que Catherine vá embora de sua propriedade. 
Mas assim que se conhecem melhor, surge uma grande atração entre os dois. 
Apesar de toda a química, Zach quer apenas uma relação sem compromissos. 
Mas Catherine sabe que ele é mais sensível do que parece. Conseguirá Catherine trazer à tona esse homem ideal? 


Capítulo Um 


- Oi, pessoal. Catherine tentou parecer radiante, mas falhou. 
Enquanto encostava seu pequeno barco perto do grande saveiro holandês de Tom, ela pôde ver, pelos rostos de seus amigos, que os rumores que ouvira em Saxonbury provavelmente eram verdadeiros. 
Tom, Steve, Nick e Dudley emergiram da espaçosa cabine que havia na coberta de proa, parecendo exageradamente simpáticos. 
Isso tornou as coisas piores. 
Agora ela tinha que encarar o fato de que, se a Ilha Tresanton fora mesmo vendida, então seu futuro estava nas mãos do novo proprietário. Ao virar a cabeça, ela olhou para trás, com saudade, para a bela ilha mais adiante, acima do rio. 
Muito embora tivesse conquistado uma certa estabilidade durante os três últimos anos, não tinha direito legal de estar lá. Isso não importava para a tolerante e amável Edith Tresanton enquanto senhoria. 
Mas desde a morte de Edith pairava um ar de incerteza quanto a sua situação. 
Mãos bem dispostas pegaram as cordas que ela jogou. Enquanto levantava o longo vestido, deixou que 
Os Garotos 
- como os chamava - a puxassem para bordo. 
Seu cabelo escuro de cigana saiu do laço, e ela habilmente o amarrou de novo, enquanto seu rosto doce e de ossos frágeis ostentava uma palidez incomum.
- Estávamos falando sobre você - disse Tom enquanto a cumprimentava. 
- Quer uma xícara de chá? Ela balançou a cabeça apreensiva. Steve lhe deu um beijo. 
- Sabia que a ilha tem um novo dono? - perguntou, aflito. O coração da moça fraquejou. 
- Já suspeitava. Isso quer dizer que eu posso estar em apuros - respondeu ela. 
- O que você sabe? - perguntou. 
- Um caminhão de mudanças tem ido e vindo. Disseram que uma mulher londrina assumiu o controle - respondeu Tom desanimando ainda mais Catherine. 
- E. Não é da nossa classe... Ou de Edith - resmungou ele. -Um tipo meio afetado. A impressão era de que haveria, definitivamente, mudanças na ilha... 
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Mistress to a Millionaire
2. The Unexpected Mistress 
6. A Ilha do Amor

domingo, 19 de dezembro de 2010

A Ilha do Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO







Ela foi obrigada a escolher entre a fama e o amor!

"Que espécie de mulher é você? Ontem, estava louca de amor em meus braços; hoje, raciocina como uma caixa registradora!"
Sozinha na cama, Regine ainda ouvia as palavras de Daniel.
Ela o amava e seu corpo ainda vibrava com a lembrança dos momentos de paixão que vivera com ele na ilha. Mas não pretendia deixar que aquele amor a acorrentasse ao casamento e a impedisse de atingir o sucesso pelo qual tanto lutara.

Capítulo Um

Regine chegou a Vancouver no princípio do verão. Embora estivesse viajando a serviço, aproveitava as primeiras horas do dia para praticar seu exercício predileto: caminhar.
Saía do hotel antes do café da manhã e andava até chegar ao Nine O'Clock Gun, um velho canhão inglês fabricado em 1816 e levado para o Canadá no final do século passado.
Nesse ponto, fazia uma pequena pausa para recuperar o fôlego, e, cobrindo os olhos com as mãos para protegê-los do sol, contemplava com prazer o imenso porto que se estendia em direção a Second Narrows Bridge.
Em seguida, virava-se para admirar as montanhas e tomava o caminho de volta.
Loira e alta, Regine chamava a atenção dos outros praticantes de caminhadas e corridas pela aparência saudável e pelo ritmo gracioso que imprimia a seus movimentos.
Depois de duas semanas na cidade, ela já conhecia de vista a maioria das pessoas que costumavam caminhar por ali naquele horário. Eram quase sempre os mesmos de meia-idade que diariamente faziam exercícios e, ofegantes pelo esforço físico, mal conseguiam responder a seu cumprimento.
Certa manhã, entretanto, Regine viu alguém que até então nunca tinha cruzado seu caminho.
Ela estava olhando as grandes letras que compunham o nome do Sheraton Hotel, quando, de repente, um vulto masculino atravessou seu campo de visão.
Ó movimento foi tão rápido, que ela não conseguiu ver o rosto do homem, mas notou que tinha cabelos muito negros, ombros musculosos e costas largas e bem-feitas.
Regine sorriu ao reparar a tranqüilidade com que ele corria: em contraste com os outros, parecia não estar fazendo nenhum esforço. Visto por trás, sem dúvida era bastante atraente.
E o perfume que deixara no ar revelava um gosto requintado...
Seguindo-o com o olhar, Regine se perguntou por que não o teria encontrado antes. Instintivamente apressou o passo, porém as curvas do calçadão, que acompanhavam a orla marítima, não demoraram a escondê-lo de sua vista.
Envolvida pelo aroma agradável das árvores e do mar, Regine diminuiu novamente o ritmo da caminhada e ficou admirando o pequeno lago situado do outro lado da rua, conhecido como Lagoa Perdida.
De repente, percebeu que estava pensando no rosto do desconhecido e desejando que fosse tão bonito quanto seu corpo musculoso...