Mostrando postagens com marcador A Herança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A Herança. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Herança

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Prelúdio de uma paixão!

Para Amanda receber como herança, um antigo casarão em Nova York, ela teve de aceitar as condições impostas por seu pai em testamento.

Seu maior desafio, no entanto, seria a convivência com Ethan Black, o homem encarregado de vigiá-la dia e noite na mansão, para se certificar de que as regras seriam obedecidas.
Inebriada pelo charme e sensualidade de Ethan, Amanda jamais poderia imaginar o conflito que se travava no íntimo de seu enigmático guardião.
Ethan sabia que não era o único que observava a nova moradora da casa.
Sua missão era garantir a segurança de Amanda e a sua própria, além de proteger também seu coração do irresistível encanto daquela mulher...

Capítulo Um

A manda Sedgwick conteve o ímpeto de se esconder sob o balcão ao avistar a mulher que trajava vistoso casaco de pe­les, arrastando duas crianças barulhentas pelo saguão.
Depois de trabalhar na recepção do Hotel Metropolitan por oito meses, conseguia identificar os perfis dos clientes com um simples olhar... E bastou uma rápida avaliação para saber que a expressão arrogante e o andar firme e decidido daquela hóspede lhe traria problemas.
Confirmando a previsão, a jovem senhora se debruçou sobre o balcão e a encarou com o dedo em riste.
Amanda procurou seu melhor sorriso, forçando-se a respeitar as rigorosas normas às quais os funcionários do mais caro e lu­xuoso hotel de Manhattan tinham de se submeter.
— Em que posso ajudá-la?
— Em que pode me ajudar? — A hóspede arregalou os olhos, e os cílios postiços pareceram flutuar como duas borboletas.
— Não preciso da sua ajuda, mocinha. Preciso apenas que cumpra seu dever.
Mantendo o sorriso congelado no rosto, Amanda rememorou o primeiro parágrafo do manual do funcionário:
"Os recepcionistas do Hotel Metropolitan são especialistas em relacionamento. A po­lítica do hotel apregoa que o hóspede sempre tem razão, mesmo quando estiver errado ou for difícil de lidar".
Naquele caso, "difícil de lidar" pareceu ser um eufemismo insuficiente para descrever o comportamento daquela mulher.
— Infelizmente, senhora...
— Mocinha, poupe seu vocabulário. Quero duas suítes conju­gadas com porta de comunicação, e agora mesmo!

DOWNLOAD