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domingo, 2 de outubro de 2011

A Grande Fuga


Ela encontrava-se em uma situação perigosa...

Como pôde envolver-se naquela confusão?
A insuspeita Joan O’Leary, contadora de uma organização criminosa, testemunhou o assassinato de seu chefe.

Em seguida, para salvar a própria pele, confessou o crime.
A prisão afinal, era um lugar bem seguro, não?

Mas, ao ficar sob a custodia do atraente Dan Hendricks, representante do xerife, Joan subitamente desejou ter começado sua vida de criminosa mais cedo...
Ela encontrava-se em uma situação perigosa...
Como pôde envolver-se naquela confusão?
A insuspeita Joan O’Leary, contadora de uma organização criminosa, testemunhou o assassinato de seu chefe.
Em seguida, para salvar a própria pele, confessou o crime.
A prisão afinal, era um lugar bem seguro, não?
Mas, ao ficar sob a custodia do atraente Dan Hendricks, representante do xerife, Joan subitamente desejou ter começado sua vida de criminosa mais cedo...
E apaixonou-se por um delegado!
Dan tinha certeza de que a impetuosa ruiva não era culpada — e apostou seu distintivo na inocência dela.
Mal sabia que estava arriscando a própria vida.
Juntos, eles sobreviveram a um desastre de avião, foram perseguidos por ursos e terminaram em um chalé, na neve, tudo com um criminoso a um passo deles.
Dan sabia que Joan lhe confiara a própria vida.
A questão era: poderia ele entregar seu coração a ela?

Capítulo Um

“É bem difícil coçar o nariz quando se está com algemas”, Joan con¬cluiu ao tentar erguer as mãos algemadas até o rosto.
Sentou-se com as outras prisioneiras, inclinou a cabeça para o lado e ergueu um dos ombros, nova tentativa de parar com a incômoda coceira.
Sentiu algum alívio, mas o barulho da própria respiração e do metal das algemas, por causa dos movimentos, subitamente pareceu-lhe alto demais.
Espiou ao redor.
Olhares curiosos estavam voltados para ela.
Muitos olhares. Joan endireitou as costas e relaxou a postura.
“Que beleza. Era justamente o que eu queria: ser exibida como uma excentricidade numa prisão de mulheres.”
Por que apavorar-se daquela forma, assombrada com os próprios movimentos?
Não podia evitá-lo.
Tinha de mostrar-se amedrontada se quisesse manter o corpo e a alma intatos.
Admitindo isso, Joan endureceu as feições e dirigiu às curiosas um olhar penetrante, do tipo: “o-que-é-que-está-vendo-irmã”?
Surtiu efeito, pois as mulheres grosseiras desviaram os olhares.
Joan pensou na sua situação.
Não estava preocupada com o macacão alaranjado da prisão, cortesia do sistema penal de Houston, nem com as correntes à cintura e nos tornozelos que tinha como acessórios.
O importante era que na cadeia estaria em segurança.
Graças a Deus.
Ser uma criminosa, acusada de homicídio, era uma coisa boa na sua vida. Isso demonstrava como a sua situação era grave.
E ainda corria o risco de ser condenada à morte, recebendo uma injeção letal.
Céus!
“Não divague assim, garota. Seus nervos já estão em frangalhos.
Preocupe-se com o dia de hoje.
Pelo menos está aqui neste salão com as outras detentas e não corre perigo.”
Bom argumento. Joan correu os olhos pela grande sala, perguntando a si mesma onde estavam as paredes descascadas, o piso imundo e as goteiras provenientes dos encanamentos.
Será que aquelas pessoas não viam tevê?
Evidentemente, não, pois o cômodo amplo onde se encontrava era muito claro, limpíssimo e bem agradável de olhar.
Não podia dizer o mesmo das outras prisioneiras, pois não se mostravam nem um pouco cordiais.
“O que eu poderia esperar numa prisão de mulheres?
Uma amiga?”

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