Segredos do Desejo
Na vida perfeita de Rafael não havia espaço para distrações...
A primeira reunião de Libby Marchant com Rafael Alejandro, seu chefe, fora literalmente uma colisão – direto no carro dele!
Sedutora e imprevisível, Libby deixou Rafael sem ação, mas como sua funcionária ele poderia mantê-la a distância...
Pelo menos esse era o plano.
Mas logo a política de “nada de relacionamentos no escritório” dele estará prestes a ser mudada – e pelo próprio!
Capítulo Um
O celular de Libby tocou no mesmo instante em que ela se afastou da rodovia principal e entrou na estrada rural que era geralmente utilizada pelos moradores do vilarejo.
Assim que avistou o primeiro acostamento, ela parou o carro e apanhou o celular de dentro da bolsa para atender a ligação.
— Alô?
— Mãe? — Libby arriscou.
— Será que a minha voz está parecida com a da sua mãe? — Alguém perguntou do outro lado da linha.
A menos que sua mãe tivesse adquirido um forte sotaque irlandês, nas duas semanas em que Libby passara em Nova York, aquela não era definitivamente a voz dela.
— Chloe?
— Oi Libby! — Chloe exclamou animada. — Estava apenas me perguntando se você iria passar pela Vila no seu caminho de volta do trabalho para casa.
— Na verdade, eu não estou no trabalho Chloe. Estou voltando do aeroporto.
Houve uma pausa e em seguida a amiga praguejou:
— Oh, droga! Eu me esqueci disso completamente...!
Parecia que havia muito esquecimento acontecendo por ali, Libby lamentou com o cenho franzido.
— Por acaso você viu à minha mãe ou o meu pai, hoje, Chloe?
— Não. Vocês não tinham combinado de que um deles iria buscá-la no aeroporto?
— Foi o que eles me disseram — admitiu Libby. — Acontece que nenhum dos dois apareceu e quando eu tentei falar no celular deles não houve resposta. Por isso, decidi alugar um carro. Eles não costumam falhar com seus compromissos, mas tenho certeza de que terão uma boa explicação para isso. — Ela concluiu sem conseguir esconder a ansiedade na voz.
— Claro que deverá existir uma boa explicação — Chloe repetiu com segurança. — E nada tem a ver com ambulância ou ataques do coração. Seu pai está muito bem. Não precisa disfarçar que seja nisso que está pensando. Eu conheço como a sua mente funciona.
Antes que Libby pudesse responder, ela ouviu um sonoro bocejo do outro lado da linha.
— Alguém não deixou você dormir bem nessa noite, não foi? — Libby comentou em tom sorridente.
— Por que será que ninguém me avisou de que fazia parte da maternidade passar noites inteiras acordadas? — Chloe respondeu e deu outro bocejo.
Libby sorriu.
— E como está a minha afilhada?
— Um pouco irritada por causa da erupção dos primeiros dentinhos. Eu acabei de conseguir colocá-la para dormir. Mas, agora me conte como foi a sua viagem.
— Fantástica!
— E a nossa amiga Susie a apresentou para algum americano bonitão?
— Na verdade, sim.
— É mesmo? Eu quero saber de todos os detalhes! — Chloe exclamou com entusiasmo.
— Não há nada para lhe dizer. Ele é muito atraente, mas...
— Já sei... Não é o seu tipo, certo?
— Bem...
— Alô?
— Mãe? — Libby arriscou.
— Será que a minha voz está parecida com a da sua mãe? — Alguém perguntou do outro lado da linha.
A menos que sua mãe tivesse adquirido um forte sotaque irlandês, nas duas semanas em que Libby passara em Nova York, aquela não era definitivamente a voz dela.
— Chloe?
— Oi Libby! — Chloe exclamou animada. — Estava apenas me perguntando se você iria passar pela Vila no seu caminho de volta do trabalho para casa.
— Na verdade, eu não estou no trabalho Chloe. Estou voltando do aeroporto.
Houve uma pausa e em seguida a amiga praguejou:
— Oh, droga! Eu me esqueci disso completamente...!
Parecia que havia muito esquecimento acontecendo por ali, Libby lamentou com o cenho franzido.
— Por acaso você viu à minha mãe ou o meu pai, hoje, Chloe?
— Não. Vocês não tinham combinado de que um deles iria buscá-la no aeroporto?
— Foi o que eles me disseram — admitiu Libby. — Acontece que nenhum dos dois apareceu e quando eu tentei falar no celular deles não houve resposta. Por isso, decidi alugar um carro. Eles não costumam falhar com seus compromissos, mas tenho certeza de que terão uma boa explicação para isso. — Ela concluiu sem conseguir esconder a ansiedade na voz.
— Claro que deverá existir uma boa explicação — Chloe repetiu com segurança. — E nada tem a ver com ambulância ou ataques do coração. Seu pai está muito bem. Não precisa disfarçar que seja nisso que está pensando. Eu conheço como a sua mente funciona.
Antes que Libby pudesse responder, ela ouviu um sonoro bocejo do outro lado da linha.
— Alguém não deixou você dormir bem nessa noite, não foi? — Libby comentou em tom sorridente.
— Por que será que ninguém me avisou de que fazia parte da maternidade passar noites inteiras acordadas? — Chloe respondeu e deu outro bocejo.
Libby sorriu.
— E como está a minha afilhada?
— Um pouco irritada por causa da erupção dos primeiros dentinhos. Eu acabei de conseguir colocá-la para dormir. Mas, agora me conte como foi a sua viagem.
— Fantástica!
— E a nossa amiga Susie a apresentou para algum americano bonitão?
— Na verdade, sim.
— É mesmo? Eu quero saber de todos os detalhes! — Chloe exclamou com entusiasmo.
— Não há nada para lhe dizer. Ele é muito atraente, mas...
— Já sei... Não é o seu tipo, certo?
— Bem...
