Como Não enlouquecer nos braços daquela mulher ?
Alex Morrison tinha de reconhecer: seus filhos tiveram um gosto fantástico ao escolher a mamãe de seus sonhos.
Mas ele não estava disposto a se casar de novo com quem quer que fosse. Ponto final. Nunca!
Os pequenos Morrison ficaram fascinados com Valéria Spencer. Ela era incrível — empinava pipas, pescava... e parecia a fim de fisgar o pai deles.
O plano das crianças tinha de dar certo! Porém, o único resultado foi que Valéria se apaixonou pelo viúvo mais arisco de toda a Costa Oeste.
Estava na hora de ela lançar mão de sua melhor arma: a sedução.
Mas ele não estava disposto a se casar de novo com quem quer que fosse. Ponto final. Nunca!
Os pequenos Morrison ficaram fascinados com Valéria Spencer. Ela era incrível — empinava pipas, pescava... e parecia a fim de fisgar o pai deles.
O plano das crianças tinha de dar certo! Porém, o único resultado foi que Valéria se apaixonou pelo viúvo mais arisco de toda a Costa Oeste.
Estava na hora de ela lançar mão de sua melhor arma: a sedução.
Capítulo Um
— Ei, Valéria! — gritou Brady para dentro do duto que conduzia as roupas sujas à lavanderia.
— Adivinhe só! Valéria Spencer, entalada dentro do duto, estremeceu quando a voz do menino ecoou ao seu redor. — Nem imagino! — ela gritou de volta.
— O quê?
— Nick disse que já está vendo a ambulância e o carro de bombeiros!
Prestando atenção, Valéria conseguiu ouvir as duas diferentes sirenes que se aproximavam.
— Nós nunca estivemos tão perto de um carro de bombeiros! — Brady comentou, excitado e ao mesmo tempo indiferente à enrascada em que Valéria se metera.
— Isso não é legal?
Infelizmente, ela não estava em posição de admirar o que quer que fosse.
— Ah, claro. Muito legal.
Só o que conseguia fazer era imaginar os bombeiros invadindo a casa cinematográfica e quebrando tudo até conseguir resgatá-la. Se Alex Morrison, o dono da casa e pai dos garotos, decidisse chegar de sua viagem de negócios à Flórida naquele momento, provavelmente mandaria prendê-la.
Mas o que fazer? Que culpa tinha se, num ato humanitário, decidira resgatar o furão que entrara no tubo? Só o que não conseguiu prever é que acabaria naquela posição constrangedora.
E justiça seja feita: ela jamais teria caído nessa se Alex Morrison fosse um pai responsável. Ele não só abandonara os filhos durante seis semanas para tratar de negócios como, dois dias antes, quando a babá praticamente sumira de uma hora para outra, nem se dera o trabalho de retornar a ligação do filho que queria informá-lo do ocorrido.
Que tipo de pai era aquele que tratava os filhos com tanta indiferença?
— Valéria, você se importa se eu for olhar os caminhões? — Brady pediu.
— Prometo que só vou até a janela.
— Claro, vá em frente.
— Legal! A porta do tubo fechou-se, deixando Valéria sozinha.
Durante seus dez anos de experiência como jornalista, primeiro como free lance e, mais recentemente, como exclusiva da revista WNI, já se vira em meio a um fogo cruzado em Beirute, tivera seu Land Rover ferozmente atacado por um rinoceronte mal-humorado em Kitgum e já fora tomada como refém por guerrilheiros em El Salvador.
Sendo assim, esse pequeno incidente não deveria estar lhe causando maiores preocupações.
— Adivinhe só! Valéria Spencer, entalada dentro do duto, estremeceu quando a voz do menino ecoou ao seu redor. — Nem imagino! — ela gritou de volta.
— O quê?
— Nick disse que já está vendo a ambulância e o carro de bombeiros!
Prestando atenção, Valéria conseguiu ouvir as duas diferentes sirenes que se aproximavam.
— Nós nunca estivemos tão perto de um carro de bombeiros! — Brady comentou, excitado e ao mesmo tempo indiferente à enrascada em que Valéria se metera.
— Isso não é legal?
Infelizmente, ela não estava em posição de admirar o que quer que fosse.
— Ah, claro. Muito legal.
Só o que conseguia fazer era imaginar os bombeiros invadindo a casa cinematográfica e quebrando tudo até conseguir resgatá-la. Se Alex Morrison, o dono da casa e pai dos garotos, decidisse chegar de sua viagem de negócios à Flórida naquele momento, provavelmente mandaria prendê-la.
Mas o que fazer? Que culpa tinha se, num ato humanitário, decidira resgatar o furão que entrara no tubo? Só o que não conseguiu prever é que acabaria naquela posição constrangedora.
E justiça seja feita: ela jamais teria caído nessa se Alex Morrison fosse um pai responsável. Ele não só abandonara os filhos durante seis semanas para tratar de negócios como, dois dias antes, quando a babá praticamente sumira de uma hora para outra, nem se dera o trabalho de retornar a ligação do filho que queria informá-lo do ocorrido.
Que tipo de pai era aquele que tratava os filhos com tanta indiferença?
— Valéria, você se importa se eu for olhar os caminhões? — Brady pediu.
— Prometo que só vou até a janela.
— Claro, vá em frente.
— Legal! A porta do tubo fechou-se, deixando Valéria sozinha.
Durante seus dez anos de experiência como jornalista, primeiro como free lance e, mais recentemente, como exclusiva da revista WNI, já se vira em meio a um fogo cruzado em Beirute, tivera seu Land Rover ferozmente atacado por um rinoceronte mal-humorado em Kitgum e já fora tomada como refém por guerrilheiros em El Salvador.
Sendo assim, esse pequeno incidente não deveria estar lhe causando maiores preocupações.
