Victor Santander é um brasileiro bilionário e arrogante que não permite que mulher alguma tenha domínio sobre ele.
Por isso decide levar Araminta Dampierre, uma delicada inglesa, para cama apenas por prazer.
Seus únicos objetivos são despertar a natureza apaixonada de Araminta, satisfazer o desejo dos dois e ir embora...
Mas o que ele não esperava era que acabaria perdidamente possuído pelos encantos de uma bela mulher!
Capítulo Um
Era uma terça-feira cinzenta, de uma tarde de outubro, quando Araminta Dampierre estacionou distraidamente seu velho Land Rover em frente a uma loja de uma pequena cidade, sentiu um solavanco e ouviu um baque.
Desanimada, virou o rosto.
Logo atrás de seu carro estava estacionado um veículo no qual acabara de bater.
Com um suspiro, Araminta desceu do carro e avaliou a batida no pára-choque do Range Rover cinza-prateado. Seu próprio Land Rover já não estava mesmo em bom estado, mas o outro carro estivera em perfeitas condições, obviamente era o modelo mais recente e brilhava de tão novo.
Logo atrás de seu carro estava estacionado um veículo no qual acabara de bater.
Com um suspiro, Araminta desceu do carro e avaliou a batida no pára-choque do Range Rover cinza-prateado. Seu próprio Land Rover já não estava mesmo em bom estado, mas o outro carro estivera em perfeitas condições, obviamente era o modelo mais recente e brilhava de tão novo.
Araminta olhou para os dois lados da rua vazia à procura do possível dono. Mas não havia ninguém por perto.Dando uma última olhada no estrago que fizera, Araminta decidiu ir fazer suas compras e esperar para ver se o dono do carro aparecia.
Talvez o proprietário do veículo reluzente, que começava a detestar, retornasse nesse meio tempo, provavelmente muito irritado.
Na mercearia, Araminta entregou a lista para o Sr. Thompson e esperou pacientemente enquanto ele procurava os produtos nas prateleiras.
— E como está sua mãe? — perguntou o comerciante grisalho de óculos.
— Minha mãe está bem, obrigada — respondeu Araminta com um sorriso no rosto. — Já se recuperou daquela crise de bronquite.
— Bem, graças a Deus. — O Sr. Thompson sorriu do outro lado do balcão. — É só isso?
— Obrigada, acho que é só isso. Pode colocar na conta, como de costume. E mande lembranças para a Sra. Thompson.
— Obrigada, senhorita. Pode deixar que eu mando.
Na mercearia, Araminta entregou a lista para o Sr. Thompson e esperou pacientemente enquanto ele procurava os produtos nas prateleiras.
— E como está sua mãe? — perguntou o comerciante grisalho de óculos.
— Minha mãe está bem, obrigada — respondeu Araminta com um sorriso no rosto. — Já se recuperou daquela crise de bronquite.
— Bem, graças a Deus. — O Sr. Thompson sorriu do outro lado do balcão. — É só isso?
— Obrigada, acho que é só isso. Pode colocar na conta, como de costume. E mande lembranças para a Sra. Thompson.
— Obrigada, senhorita. Pode deixar que eu mando.
