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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Série British Bad Boys

1- A Condessa de Hart House
ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
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O nome de George Hartley está no topo da lista dos melhores partidos da Inglaterra: ele é jovem, solteiro, bonito e, sendo conde, mora em um castelo. 

Verdade que o castelo já viu melhores dias...
Mas passar as noites nos braços do conde é tudo que a produtora de TV de Los Angeles, Maxine Larraby, deseja! 

Capítulo Um 

— O toalete próximo aos estábulos está com problemas de novo, senhor. E o jardineiro-chefe disse que, se essa plebe que visita o playground pisar novamente em suas peônias, não se responsabilizará pelas conseqüências. 
George Hartley suspirou com as más notícias trazidas pelo mordomo junto com o chá, servido em uma xícara comemorativa da grande corrida de cavalos, e o bule com o brasão da família. Pensava, às vezes, que ser o décimo nono conde de Ponsford era mais uma cruz do que motivo para comemoração. 
— Outro sanitário quebrado, excelente — resmungou, ao dar um gole no chá encorpado. — Alguma notícia boa, Wiggins? 
— Um pedido de informações para um casamento da alta sociedade, se é que isso é boa notícia. 
Na verdade, uma cerimônia de casamento era uma boa notícia. Muito boa. 
Cada evento corporativo e comemoração particular, cada turista que pagasse oitenta libras para visitar o lar de seus ancestrais, aumentavam sua chance de ficar com Hart House, propriedade da família há cinco séculos. 
Aquelas terras tinham passado por guerras, intrigas e revoluções nas mãos de condes de Ponsford, e George não pretendia perdê-las para impostos e obrigações. 
Às vezes, entretanto, pensava que preferia enfrentar guerra, revolução e intriga política do que a tristeza do mordomo que já trabalhava para a família havia três gerações. 
— Sabe, Wiggins, você deveria ter nascido conde. É muito melhor nisso do que eu. 
— Sei que gosta de piadinhas, senhor, mas e o toalete? 
— Ah, sim, claro, o toalete. — George virou-se de costas para o grande monitor onde desenhava pequenos chalés que não tinha dinheiro para construir. 
— Por que meu pai me deixou estudar arquitetura? Deveria ter sido encanador, eletricista... algo útil. 
Cento e oitenta e duas pessoas que trabalhavam ali dependiam da propriedade para sobreviver. 
Eram nove hectares de jardins, gramados, bosques e riachos que necessitavam de cuidados. 
Outros quatrocentos hectares eram cultivados. 
O pequeno vilarejo existia principalmente por causa da propriedade, e toda aquela responsabilidade recaía sobre os ombros do conde, além de uma dívida no banco que tirava seu sono. 
Fazia dias desejava desistir, vender a propriedade com sua história, estirpe, relíquias de família de valor inestimável e seus problemas, e mudar para um loft em Manhattan. 
Não, Manhattan não. Algum lugar bem mais novo, onde ninguém desse a mínima para realeza, nobreza ou antiguidade. 
Talvez Los Angeles, ou Sidney. Seu sonho começou a tomar forma ao imaginar praias com garotas de biquíni, bronzeadas, um mar azul e quente, onde ninguém esperava que um solteiro de trinta e dois anos fosse o responsável por um lugar de quase quinhentos, e que já demonstrava sinais da idade. George suspirou. 
Sentia falta de tanta coisa em Londres que um encanador para consertar o toalete era a menor delas. 
A morte do pai o havia trazido de volta à Hart House e, por causa de seu luto e dever, não voltara para a cidade. 
A propriedade ficava a apenas duas horas de Londres, de trem, mas para ele pareciam dois mundos diferentes. 
— Veja se consegue o telefone de Chumley, Wiggins. Vou ligar para ele. 
— E quanto às peônias, senhor? 
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2- Meu Vilão Favorito 
O nome de George Hartley está no topo da lista dos melhores partidos da Inglaterra: ele é jovem, solteiro, bonito e, sendo conde, mora em um castelo. 
Verdade que o castelo já viu melhores dias... 
Mas passar as noites nos braços do conde é tudo que a produtora de TV de Los Angeles, Maxine Larraby, deseja!  Meg Stanton precisa urgentemente sair de Seattle e procurar um lugar mais tranqüilo para escrever seu livro de suspense. 
O interior da Inglaterra lhe parece o local perfeito... Até ela conhecer o dono do pub local. Arthur Denby é tão reservado e misterioso quanto os vilões imaginários de Meg, e ela sempre se apaixona pelos vilões de seus livros. Mas não há nada de imaginário nas coisas que Arthur faz com ela na calada da noite... 
bo mais do que uma esponja”. 








3- Doce Encontro
Depois de sofrer uma desilusão amorosa e de perder o emprego de chef em um famoso restaurante de Los Angeles, Rachel Larraby não se conforma que sua irmã a tenha arrastado até outro continente para preparar um jantar de casamento! 
Rachel não quer nem ouvir falar em  casamento, e embora o padrinho Jack Flynt seja um pedaço de mau caminho, ela está determinada a ter apenas um caso passageiro, sem envolvimento. Até ele começar a fitá-la com aqueles olhos irresistivelmente  sedutores...








Série British Bad Boys 
1- A Condessa de Hart House
2- Meu vilão favorito
3- Doce Encontro