quinta-feira, 2 de março de 2017

Trilogia Casamento Do Ano

1- A NOIVA DISSE JAMAIS!
ROMANCE CONTEMPORÂNEO 









Laurel Bennett é uma modelo linda de morrer. Aos trinta e poucos anos, já desistira dos homens. 

Damian Skouras é um empresário nova-iorquino de coração e alma gregos. A atração entre eles chega a gerar faíscas, ainda mais quando uma noite de paixão os leva a um casamento que Laurel não quer, mas que Damian exige. 

Capítulo Um 

Damian Skouras não gostava de casamentos. 
Um homem e uma mulher, diante de um sacerdote, amigos e familiares, fazendo votos de amor e fidelidade que nenhum ser humano era capaz de cumprir, constituía o tema impossível dos romances e contos de fadas para mulheres choramingonas. Com certeza, não retratava a realidade. 
Não obstante, lá estava ele, diante de um altar ornado de flores, ao som estrondoso da Marcha Nupcial de Mendelssohn, assistindo, junto com mais uma centena de pessoas, ao avanço compassado de uma noiva enrubescida em sua direção. 
Era bonita, tinha que reconhecer, mas recordava o velho ditado. Toda noiva é bonita. 
Aquela, majestosa num antiquado vestido de cetim e renda brancos, segurando um buquê de minúsculas orquídeas branco e púrpura, apresentava uma aura que a tornava mais que bela. 
Através do veuzinho diáfano, vislumbrou seu sorriso radiante ao chegar ao altar. 
O pai beijou-a. Ela soltou-lhe o braço e fitou amorosamente o noivo à espera, e Damian agradeceu em silêncio aos deuses de seus ancestrais gregos por não ser ele. Se bem que o fato de ser Nicholas não era menos mau. 
Nick agitou-se, e Damian olhou para o rapaz que estivera sob sua tutela até três anos antes. 
- Tudo bem? - murmurou, vendo-o pálido. O noivo engoliu em seco, movimentando o pomo-de-adão. 
 - Claro. 
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 2- A DIVORCIADA DISSE SIM!








Annie Bennett Cooper e o ex-marido, Chase, não se viam desde o divórcio, havia cinco anos. 

Agora, o casamento da filha os colocava frente a frente. Posso lidar com isso, pensou cada um. 
Mas nem Annie nem Chase imaginavam o que os pais podiam fazer pela felicidade de seus filhos. 
Não imaginavam tampouco, a paixão que ainda ardia entre eles.

Capítulo Um 

Era o dia do casamento da filha e Annie Cooper não conseguia parar de chorar. 
- Só vou retocar a maquiagem, querida - dissera a Dawn, minutos antes, quando as lágrimas começaram a brotar mais uma vez. E lá estava ela, tranca da numa cabine do toalete feminino de uma linda igrejinha antiga Connecticut, com um monte de lenços de papel ensopados na mão. 
- Prometa que não vai chorar, mãe - pedira Dawn, na noite anterior. 
As duas haviam conversado até tarde, tomando chocolate com canela. 
Não tinham sono. Dawn estava muito excitada e Annie quis aproveitar até o último minuto a companhia da filha antes que fosse viver longe dela. 
- Prometo. Logo em seguida; começara a chorar. 
- Ah, mamãe, assim você vai borrar a maquiagem! 
Dawn não se conformava com o fato de a mãe ainda tratá-Ia como se fosse uma adolescente irresponsável. O problema era que Dawn ainda era uma adolescente, pensou Annie, enxugando as lágrimas copiosas. 
Seu bebê tinha apenas dezoito anos. Era jovem demais para se casar. 
Claro que não tivera argumentos para convencer Dawn disso na noite em que ela chegara em casa com um anel de noivado no dedo. 
- E quanto anos você tinha quando se casou? - rebatera a filha. 
A questão encerrara a discussão, pois Annie tivera que admitir: 
- Dezoito, o mesmo que você, e olhe o que aconteceu comigo. Com certeza, o divórcio dos pais não era culpa de Dawn. 
- Ela é muito jovem - sussurrava Annie, enquanto secava as lágrimas,
- É, jovem demais... - Annie? A porta do toalete feminino abriu-se, deixando entrar o som de vozes distantes e música de órgão, que sumiram quando a porta fechou-se novamente. 
- Annie? Você está aí? Era Débora Kent, sua melhor amiga. 
- Não - murmurou Annie, sentindo-se miserável, e reprimiu um soluço. 
- Annie, saia daí - encorajou Deb, gentil. 
- Não. 
- Annie...
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3- O NOIVO DISSE TALVEZ!





















Capítulo Um 

David Chambers sentou-se em um dos últimos bancos na pequena igreja em Connecticut e mostrou-se interessado na farsa que se desenrolava no altar. 
Tinha a impressão de não estar desempenhando bem seu papel, mas, enfim, como poderia? 
Ora, que desatino cometiam! A noiva deslumbrante, o noivo nervoso. 
A profusão de flores que fazia a igreja parecer um funeral, a música melosa, o pastor despejando todas aquelas baboseiras sobre amor, honra e companheirismo... David franziu o cenho e cruzou os braços. 
Era como se assistisse ao segundo ato de uma comédia previsível, cujo final, o divórcio, ainda viria a ser encenado.
- Dawn e Nicholas, hoje vocês iniciam a maior aventura de suas vidas... - dizia o pastor, a voz desprovida de emoção. Ao lado de David, uma mulher de cabelos pretos alvoroçados mantinha uma das mãos sobre o braço do marido e com a outra segurava um lenço. 
Chorava baixinho e parecia estar muito emocionada. David estreitou o olhar. 
Outras mulheres soluçavam também, incluindo a mãe da noiva, que com certeza devia estar mais imune a esse sentimentalismo passageiro. 
Qualquer ser humano com mais de trinta anos devia comportar-se de acordo, pensou, especialmente os divorciados, e eles compareciam em grande número. 
Se fossem convocados a levantar-se, formariam um grupo consistente. 
- Nicholas, você aceita Dawn como sua legítima esposa? - indagou o pastor. A mulher que estava ao lado de David soluçou mais forte. 
Ele lançou-lhe um olhar. As lágrimas rolavam soltas, mas a maquiagem estava intacta. 
Era espantoso como as mulheres vinham preparadas para esses eventos. 
A maquiagem não borrava, o lenço de renda... nunca se via uma mulher com lenço, exceto em casamentos e funerais. 
- Na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza... 


Relançamento
Trilogia Casamento Do Ano
1- A noiva disse jamais!
2- A divorciada disse sim!
3- O noivo disse talvez!

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