quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Um Amor Brasileiro

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Os Baron

Ninguém sabia quem era o pai do filho de Carin, já que ela tinha conseguido manter o segredo durante toda a gravidez... 

Mas no parto lhe escapou um nome: Raphael Alvares! 
O multimilionário brasileiro acudiu imediatamente ao lado de Carin. 
O fez porque sua honra lhe obrigava a dar seu nome ao menino, ou acaso aquela única noite de paixão o tinha feito desejar converter Carin em sua esposa?



Capítulo Um

Cidade de Nova Iorque, Sábado, 4 de maio
Carin Brewster agarrou a mão de sua irmã e se perguntou como diabos tinha conseguido sobreviver a humanidade, se cada mulher que tinha tido um filho tinha passado por semelhante agonia.
Gemeu quando outra contração lhe sacudiu o corpo.
— Isso — disse Amanda Brewster Al Rashid — Empurra, Carin. Empurra!
— Estou... empurrando — ofegou.
— Mamãe está a caminho. Chegará a qualquer momento.
— Estupendo — Carin se mordeu o lábio — Poderá me dizer que conhece a forma correta de... ohhhh, Deus!
— Oh, querida — Amanda se aproximou — Não acha que já é hora de me dizer quem...?
— Não!
— Não te entendo, Carin! É o pai de seu filho.
— Não... o... necessito.
— Mas tem direito de saber o que acontece!
— Não... tem... nenhum... direito.
Carin fez uma careta de dor. Que direitos tinha um homem quando era quase um desconhecido? Nenhum. Algumas das decisões que tinha tomado nos últimos meses tinham sido difíceis. Se ficava com o bebê, se pedia ajuda a sua família. Mas decidir não contar a Rafe Alvares que a tinha deixado grávida tinha sido fácil. Ele não se importava com Carin; por que ia querer sabê-lo? Por que um homem que tinha passado uma hora em sua cama e que nunca tinha tentado entrar em contato com ela quereria saber que ia ser pai?
A contração passou. Caiu sobre o travesseiro.
— Ele não é importante. O bebê é meu. Sou tudo o que necessitará. Só... — gemeu e voltou a arquear-se —... só eu.
— É uma loucura — Amanda secou a testa de sua irmã com uma toalha fria — Por favor, me diga seu nome. Deixe que eu o chame. É Frank?
— Não! — apertou a mão de Amanda com mais força — Não é Frank. E não vou te contar nada mais. Mandy, disse que não o faria. Prometeu-o. Disse...
— Senhora Al Rashid? Desculpe-me, por favor, mas tenho que falar com sua irmã.
Carin girou a cabeça. O suor tinha caído em seus olhos e tinha a visão imprecisa, mas pôde ver que Amanda retrocedia para dar espaço ao doutor Ronald.
Sentou-se junto a ela e tomou a mão.
— Como está passando, Carin?
— Estou...— titubeou — Estou bem.
—Você é durona — sorriu —, não resta dúvida. Mas acreditamos que já passou por isso tempo suficiente.
—Tente dizer ao meu bebê — conseguiu esboçar um sorriso débil.
— É exatamente o que vou fazer. Tomamos a decisão de levá-la à sala de partos para trazer este bebê ao mundo. O que lhe parece?
— Lhe fará a...

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