sábado, 17 de dezembro de 2011

Dama Da Ilha

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Na água límpida e fresca do pequeno lago, Sara Chapman sente-se irresistivelmente atraída pelo corpo atlético e bronzeado de James Hendricks. 


Excitada, beija-o com ardor, esquecendo que é uma fugitiva da Justiça e nada tem a oferecer a ele, que lhe dedica um amor puro e sincero. James, no entanto, não pode aceitar essa entrega ditada apenas pelo erotismo do momento. 


Quer para si nada menos que o coração e a mente dessa mulher que já invadiu sua vida de forma irremediável, arrebatando- lhe os sentimentos. 


Capítulo Um 


James Hendriks abriu a lata de cerveja, acomodou-se melhor na cadeira de praia e pôs os óculos de sol. 
"Por que será que as pessoas andam perdendo a noção de como curtir mais proveitosamente os deliciosos momentos de lazer?", pensou consigo mesmo. 
Ajeitou o boné do time favorito sobre os olhos, para proteger-se do sol, e completou seus vagos e reticentes pensamentos: "...é isso aí, desligar-se totalmente da realidade... dos clientes chatos... das contas a pagar... do trabalho movido a álcool". 
Ficou a deslumbrar-se com o verde bonito da floresta atrás de seu chalé, às margens do velho e conhecido lago. 
A água límpida conservava a temperatura ideal para uma boa pescaria de trutas, e as ondas, quebrando na praia, produziam um barulhinho gostoso, convidativo a uma soneca. 
Então, como sempre acontecia nessas horas, primeiro seu olhar e em seguida seus pensamentos foram atraídos pela misteriosa ilha ovalada bem no meio do lago. 
Desde que adquirira a propriedade e começara a construção da casa de campo, há três anos, sua curiosidade era despertada sempre que olhava para a ilhota isolada. 
Por trás das praias, cobertas por um matagal de arbustos selvagens, podia-se ver apenas o trabalho de uma ampla construção, além de uma malcuidada plantação de pêssegos, que dominava um dos lados. 
Max, da loja de pesca, contara-lhe que, alguns anos antes, a ilhota fora utilizada como acampamento de escoteiros. 
Quem seria o proprietário, se ele nunca vira ninguém na ilha ou nas proximidades? 
Nadar mil e quinhentos metros que separavam a ilhota da margem talvez fosse até um ótimo desafio, porém significaria cãibra na certa. 
E os desafios não se incluíam em seus planos, já que só pensava em gozar de um merecido descanso. Sorveu os últimos goles da cerveja e fechou os olhos, preparando-se para uma soneca.
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