quarta-feira, 22 de junho de 2011

Dueto Novos Rumos

1- O Retôrno  
ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Ele fora declarado desaparecido no mar.

Mas Zarek Michaelis retornara pronto para assumir o controle!
Primeiro, ele cuidaria dos negócios.
E depois, da esposa rebelde...
Durante dois anos, Penny lutou para se conformar com o desaparecimento de Zarek.
Mas alcançara o seu limite.
Chegara a hora de seguir em frente.
Ao reencontrar seu orgulhoso marido grego, notou que ele ainda possuía a mesma masculinidade morena, o que tornava a atração entre eles mais potente do que nunca. Penny, entretanto, não podia confiar nas intenções de Zarek. Pois suspeitava que ele desejava somente o corpo dela, a fortuna que deixou para trás... e nada mais!

Capítulo Um

A luz fraca do pôr do sol quase não iluminava o caminho por onde Penny passava e, por mais que ela quisesse, era impossível andar mais depressa.
Na verdade, sua vontade mesmo era correr.
Queria se afastar da vila o mais rápido possível, correr o máximo que pudesse.
Queria correr e nunca voltar, para ficar longe do ambiente pernicioso da casa que havia deixado para trás.
Mas até o momento isto tinha sido difícil.
E agora? Bem, agora sabia que podia ir embora e talvez ela devesse ir. Mas ao fazer isso, ela estaria admitindo para si mesma que não havia mais esperança. Que seu sonho de amor e de um futuro havia terminado para sempre, morto, como suas esperanças.
Morto, como...Não, nem agora ela conseguia colocar o nome de Zarek, seu marido, no final da frase.
Se o fizesse, estaria admitindo que todos estavam certos e que ela era uma tola, a única que demorou muito tempo para se convencer.
Assumir que não tinha mais marido.
Admitir que o homem que ela amava e com quem havia se casado nunca mais voltaria para casa.
Ao chegar no ponto onde o caminho desembocava em uma praia, ela se livrou das sandálias e começou a caminhar sobre os seixos.
No mar, ela avistou a silhueta de um homem num barco, remando, de costas para ela. Ele usava um boné enterrado na cabeça de forma que não era possível definir-lhe as feições.
Ela ainda ficava aflita de ver alguém no mar, até hoje. Lá fora, em algum lugar a muitos quilômetros de distância, Zarek tinha perdido a vida.
O fundo do mar era seu túmulo. Foi isso que ela teve tanta dificuldade de aceitar.
E ainda teria que aceitar mais uma coisa, uma verdade ainda pior: o fato de que Zarek nunca a tivesse amado de verdade.
O casamento deles tinha sido uma mentira, ao menos para Zarek. Para ele foi simplesmente um plano para gerar um herdeiro, e nunca um casamento por amor como ela pensou que fosse.
Então por que ela ainda se prendia a suas lembranças se ele obviamente não ia voltar?
Encontrando uma saliência na rocha lisa, num elevado da pequena enseada em forma de ferradura, ela se sentou no assento improvisado e apoiou os cotovelos nos joelhos, enquanto observava o pequeno barco balançar nas ondas agitadas.
Sentada e olhando fixo para a praia, ela pensou na cena que acabara de deixar para trás.
— Penelope...

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2- A Sedução

Hipnotizante, sexy e podre de rico.

Com esses atributos, Kain Gerald podia ter a mulher que desejasse!
Por isso, se apoderar de Sable Martin não parecia ser um problema.
Astuta é interesseira, ela havia usado seus encantos e sua sensualidade para chantagear o primo dele. A Kain restava vingar sua família.
E ele havia traçado o plano perfeito... até que durante um encontro cara a cara com Sable, ela ergueu o olhar e ele viu um par de olhos encantadores e inocentes... Dominado pela culpa, Kain finalmente percebera que havia chantageado uma mulher pura!

Capítulo Um

Kain Gerard olhou para sua tia com afeição e exasperação.
— De novo, não! Ela empinou o nariz.
— Não é culpa de Brent! Ele é apenas...
— Um tolo no que diz respeito às mulheres — completou Kain de maneira sucinta. — Ele se apaixona loucamente pelas mulheres mais inadequadas, enche-as de presentes, promete-lhes amor infinito, até que acorda uma manhã e percebe que não tem nada em comum com elas. Então, dispensa-as e elas explodem e se lamentam de maneira chorosa... e lucrativa... para a mídia.
— Ele apenas se deixa levar pela emoção — protestou a mãe de Brent com fraqueza. — Não sabe o que realmente quer.
Kain arqueou uma sobrancelha.
— Ele parece saber exatamente do que precisa. — Seios grandes, pernas longas e lábios carnudos eram os critérios de Brent. — Temporariamente, pelo menos. Por que você está preocupada desta vez?
— Kain, você, de todas as pessoas, sabe muito bem que Brent acabou de receber uma fortuna por seu provedor de acesso à internet: mais de vinte milhões de dólares. — Amanda Gerard hesitou, antes de acrescentar apressadamente: — E ela não é o tipo usual de Brent. Para começar, é mais velha do que ele, e não é modelo, apresentadora de programas ou vencedora num concurso de beleza.
Kain franziu o cenho.— Então você acha que ela está atrás do dinheiro?
— Brent tem a reputação de ser bobo e generoso — apontou sua tia.
— Que evidência você tem de que ela é uma exploradora? — Amanda Gerard pensa que, além de ser brilhante e incrivelmente bem-sucedido, Kain também parecia ter saído de uma fantasia: l,92m, ombros largos, corpo magro e forte, e o tipo de vitalidade potente que tirava o fôlego de qualquer mulher.
Kain também possuía feições perfeitas, uma boca maravilhosa e olhos acinzentados que contrastavam com a pele cor de oliva e cabelos pretos.
Brent era bonito, mas nem mesmo uma mãe coruja o compararia a Kain.
Ela estendeu uma fotografia para seu sobrinho.
— Olhe.
Ele estudou a foto por um momento e olhou para cima.
— Com certeza, diferente das namoradas de Brent. Quem é ela?

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