segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Até Você Chegar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Despedida de solteiro!

A única coisa que Cassidy Jones se lembra da festa da noite anterior é de ter pulado para fora de um ridículo bolo de três andares, usando uma igualmente ridícula fantasia, tudo para conseguir pagar o aluguel atrasado.

Depois disso, as memórias ficaram embaralhadas, e ela não faz a menor idéia de como acabou indo parar na cama com o pobre noivo... muito menos de como explicar a situação à noiva de nariz empinado, que assistia à cena ao pé da cama!

Blake Lawrence sabe que foi tudo tramóia de seu irmão... o bolo de papelão, a garota que saiu de dentro do bolo e a bebida entorpecente que derrubou a ambos.
Sem essa interferência, ele teria mantido sua atitude fria e controlada, e estaria agora no altar esperando pela noiva.
Em vez disso, Blake está perdido, porque a linda garota enrodilhada com ele na cama lhe desperta sensações há muito adormecidas, como alegria, riso... e um desejo avassalador!

Capítulo Um

Uma sardinha prensada numa lata teria mais espaço do que ela dentro daquele enorme bolo de papelão, pensou Cassidy Jones.
E se, por acaso, nunca saísse dali?
Gotas de suor porejavam pelo rosto abaixo, e as gotículas, como contas de cristal, inundavam seu peito e deslizavam entre os seios.
Ela sorriu, arqueou o traseiro e alisou a frente de seu traje contra os seios.
— Ai! — gritou quando uma das falsas moedas de ouro feriu sua mão.
Outro assunto que queria discutir com Tom: ele não mencionara aquela fantasia quando a contratou.
Aliás, havia muita coisa ainda para falar a respeito.
A fantasia consistia em pequenos pedaços de seda vermelha nos lugares estratégicos e gaze quase transparente que escondia os outros.
E uma porção de ridículas moedas de ouro.
Todas as vezes que ela se movia, as benditas moedinhas tilintavam como enfeites chineses que vibram ao vento.
— Você está pronta? — uma voz estranha sussurrou.
— Sim. — Não, não realmente — Eu devia estar em casa, assis­tindo tevê — murmurou ela. — Exceto que não tenho televisão.
— Silêncio — recomendou-lhe a voz.
Como se o solteiro daquela noite não fosse suspeitar que alguém estivesse dentro do falso bolo de papelão de três andares. Só se fosse muito tolo.
Ela não teve tempo de ponderar sobre tal pensamento quando a caixa começou a rolar.

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