quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Simplesmente Irresistível

ROMANCE CONTEMPORÂNEO








Georgeanne Howard, uma encantadora beleza sulina, deixa seu noivo plantado no altar quando se dá conta que não é capaz de casar com um homem que poderia ser seu avô...


Por muito dinheiro que este tenha.John Kowalsky, inconscientemente, a ajuda a escapar... Até que descobre que está fugindo com a noiva de seu chefe!!!... Mas já é muito tarde para voltar atrás.
No alto de sua carreira, esta rebelde estrela do hóquei não quer ser o Salvador de ninguém a não ser de si mesmo e não importa quão bela a dama em questão possa ser.
O mal é que os espera uma longa noite pela frente - uma noite muito ardente para resistir à tentação.
Anos mais tarde, Georgeanne e John voltam a se encontrar.
Ela parece ter tomado as rédeas de sua vida e ele deixou para trás seus dias de farra.
Mas fica completamente assombrado quando se inteira de que essa noite inesquecível com ela teve como fruto uma preciosa menina, Lexie- sua filha, e está decidido a fazer parte de sua vida.
Georgeanne amou John desde o momento em que entrou no seu Corvette vermelho sete anos atrás, mas não quer voltar a arriscar seu coração na tentativa.
Realmente se transformou em um homem novo?
Será capaz de enfrentar à fúria de seu chefe, perdendo sua última oportunidade de alcançar a glória, para demonstrar que desta vez seu amor será para sempre?

McKinney, Texas 1976

Para Georgeanne Howard matemática dava dor de cabeça e ler irritava os olhos.
Mas ao menos quando lia movia o dedo sobre as palavras que não entendia e podia saltá-las. Com a matemática, entretanto, não podia fazer armadilhas.
Georgeanne apoiou a testa sobre a folha de papel que havia em sua carteira e escutou os sons de seus companheiros de quarto grau brincando lá fora, no recreio, sob o quente sol do Texas.
Odiava matemática, mas especialmente odiava contar todos esses estúpidos palitos. Algumas vezes, cravava os olhos nesses desenhos tão fixamente que lhe doíam à cabeça e os olhos.
Mas cada vez que os contava encontrava a mesma resposta: a incorreta.
Para se distrair da matemática, Georgeanne ficou pensando no chá «rosa» que sua avó e ela desfrutariam depois da escola.
A avó já teria feito os bolinhos rosados, e as duas se vestiriam com chiffon rosa e colocariam sobre a mesa uma toalha rosa com guardanapos e taças combinando. Georgeanne adorava os chás rosa e gostava de servi-los.
—Georgeanne!
Prestou atenção imediatamente.
—Sim, senhorita?
— Sua avó a levou ao médico para que fizesse o exame de que falamos? —perguntou à senhora Nobre.
—Sim, senhorita.
—E levou também para fazer os testes?
Assentiu com a cabeça. Na semana passada, durante três dias, tinha tido que ler para um médico com grandes orelhas. Respondeu as perguntas e escreveu histórias.
Fez contas e desenhou. Tinha gostado de pintar, mas o resto tinha sido muito aborrecido.
— Acabou ? Georgeanne olhou a página rabiscada ante ela.
Tinha usado a borracha tantas vezes que os pequenos quadros para as respostas ficaram num tom de cinza pálido, e várias lágrimas manchavam o papel ao lado dos palitos. —Não - disse, cobrindo a folha com a mão.
— Deixe-me ver o que fez.
Com temor levantou relutantemente da cadeira, e logo a empurrou debaixo da carteira na posição correta. Ouvia o som de seus calçados de couro enquanto caminhava lentamente para a mesa da professora.
Sentiu o estômago revolto.
A senhora Nobre pegou o papel sujo da mão de Georgeanne e estudou os problemas de matemática.
—Voltou a errar - disse com irritação, recalcando as palavras. O desagrado esgotou os olhos castanhos da professora fazendo destacar seu afilado nariz—. Quantas vezes errará as respostas?
Georgeanne olhou por cima do ombro da professora a mesa de ciências sociais onde havia vinte pequenos iglus feitos com torrões de açúcar.
Deveria ter vinte e um, mas devido a sua péssima caligrafia Georgeanne teria que esperar para construir seu próprio iglu. Talvez amanhã.
—Não sei - sussurrou ela.
—Eu disse pelo menos umas quatro vezes que a resposta do primeiro problema não é dezessete! Então por que segue insistindo?
—Não sei - tinha contado várias vezes cada palito. Havia sete em dois grupos e três no outro. Isso fazia dezessete.
—Expliquei isso repetidamente. Olhe o papel.
Quando Georgeanne fez o que lhe disse, viu que a senhora Nobre apontava ao primeiro grupo.
—Este grupo representa dez - ladrou, e pôs seu dedo a um lado—. Este outro representa dez mais, e temos os três palitos restantes a um lado. Quanto é dez mais dez?
Georgeanne somou mentalmente.
—Vinte.
—Mais três?
Fez uma pausa, contando para si.
—Vinte e três.
—Sim! A resposta é vinte e três. —A professora apartou bruscamente o papel—. Agora vá sentar e terminar os outros exercícios.


2 comentários:

  1. Oi!! Adorei seu blog! Vc não sabe de nenhum outro blog ou... que tenhalivros da Rachel Gibson,mesmo em inglês? Estou atrás da série AMIGAS ESCRITORAS. Bjus e vou semrpe dar uma passadinha.

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  2. Oi Ingrid, não sei mesmo desculpe!

    Dá uma pesquisadinha no google, eu farei isso nos grupos.

    Bjs

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