quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A Casa Enfeitiçada

ROMANCE CONTEMPORÃNEO E UM POUCO SOBRENATURAL










Matt Stone não acreditava em fantasmas, mas havia muita gente convencida de que sua casa, um histórico edifício da Virginia, estava enfeitiçada.

Ao sentir-se pressionado para averiguar a verdade sobre os misteriosos acontecimentos acontecidos na mansão, Matt conseguiu que a bela e inquietante Darcy Tremayne estudasse o caso.
Como investigadora de sucessos paranormais, Darcy tinha aprendido a acreditar no incrível. Já lhe tinha advertido ao Matt de que as vezes as pessoas não gostava do que se encontrava oculto a seu redor, mas ele não tinha previsto que tal advertência pudesse referir-se a ela.
Darcy estava a ponto de descobrir que aquela casa escondia um perigo real e mortal que a ia obrigar a lutar contra o mundo dos vivos e o dos mortos...
Prólogo
Outro tempo, outra Época.
Darcy Tremayne não tinha esperado que a festa de graduação fosse ser uma noite de sonho. Mas tampouco tinha esperado que se tornasse o princípio de um pesadelo interminável.
Tudo começou com o Hunter comportando-se como um idiota.
Não estava segura de como tinha começado a discussão; só sabia que tinha aumentado até que ele havia dito que não voltaria a lhe dirigir a palavra enquanto não se desculpasse. E Darcy lhe tinha respondido que, então, que fosse pensando em não voltar a lhe falar, porque não tinha a menor intenção de desculpar-se.
Ela não tinha feito nada, além de comentar que, por muito que lhe tivessem concedido um prêmio na oficina de teatro, não tinha por que haver dado um beijo tão longo e tão profundo na atriz principal, em pleno salão de atos, diante do mundo inteiro.
Ou de sua pequena parte do mundo: diante de todo o Colégio.


Capítulo Um
Jeannie Mason Thomas descansava gloriosa na cama gigante da suíte Lee do Melody House. Roger roncava com suavidade a seu lado.
Homens, pensou com carinho. Nada lhes tirava o sono.
Ela, em troca, não podia dormir. Tinha que repassar o dia inteiro minuto a minuto.
O dia de seu casamento.
A manhã tinha transcorrido com os nervos habituais.
Sua mãe tinha posto a chorar cada poucos minutos e tinha insistido em fazer discursos sobre o casamento e o sexo absolutamente desnecessários.
Alice, a dama de honra, tinha quebrado duas das unhas acrílicas que acabava de comprar enquanto ajustava a cauda do vestido.
A Sandy, outra dama de honra, tinha bebido muito champanha que tinham compartilhado enquanto se vestiam para a cerimônia.
A limusine tinha chegado tarde. A soprano ficou afônica, o que tinha obrigado ao Jeannie a procurar a outra cantora as pressas no último momento.
Mas tinha conseguido localizar a uma tenor irlandesa graças ao Pai O'Hara, e, no final, tudo tinha saído à perfeição.
Todos asseguravam que tinha sido um dos casamentos mais bonitos que tinham visto. Roger, alto e moreno, tinha estado deslumbrante com seu smoking.
O pai do Jeannie tinha estado majestoso e sua mãe, preciosa.
Sua irmã e seu irmão, que tinham participado da cerimônia, levaram-se bem e não tinham parado de brincar e rir.
A primeira dança com seu flamejante marido tinha sido mágico; mas até a dança com seu pai não se deu conta de que era uma das pessoas mais afortunadas do mundo, com uma família unida e afetuosa e um marido incrível.
Do banquete se falaria em muitos condados durante meses.

Um comentário:

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