quarta-feira, 11 de julho de 2018

O Vampiro mais Procurado

ROMANCE SOBRENATURAL
Série Família Argeneau
Para Basha Argeneau, qualquer coisa é melhor do que enfrentar sua família distante. 

Mesmo se esconder no sul da Califórnia. Mas quando um Imortal sexy de preto aparece decidido a trazê-la de volta ao clã, ela fará de tudo para se manter longe e distante do passado que não pode superar.
Marcus Notte não está aqui para jogar, especialmente não com alguém tão louca quanto a loira infame. 
Convocado por Lucian Argeneau para trazê-la de volta para um interrogatório 
Marcus está determinado a cumprir o pedido de Lucian, não importa como a sedutora pequena vampira vidente se sinta sobre isso.
Basha não se importa em combater fogo com fogo, especialmente com um Imortal quente envolvido. Mas se ele quiser levá-la embora, ele terá que pegá-la primeiro ...

Capítulo Um

Agosto de 2009
Divine atendeu seu último cliente, surpresa ao notar que não havia ninguém do lado de fora da sua porta esperando para ser atendido. Era a primeira vez naquele dia que não havia fila fora de seu trailer. 5 Um olhar para o relógio explicou o porquê, hora do jantar. Esse era o único momento que tinha uma pausa dos clientes. Agora, as barracas de comida teriam fila ridiculamente longas, porque todos no espaço da feira iriam para eles em busca de comidas gordurosas, reabastecendo as energias para a diversão nos passeios noturnos. 
O que significava que tinha alguns minutos para recuperar o fôlego e relaxar um pouco. Mal tinha acabando de pensar sobre isso quando viu algumas mulheres se movendo decididamente em direção ao trailer. Depois de uma breve hesitação, Divine rapidamente virou o letreiro para fora: ‘De volta em cinco minutos!’ Abriu a porta de tela e desceu os poucos degraus até o chão. Ignorando o fato de que as mulheres pareciam alarmadas e correndo para a frente, ela deslizou para o lado de seu trailer. 
A maioria dos clientes esperava ela voltar sem grandes problemas, um pouco decepcionados e impacientes, mas teriam esperado, então Divine ficou surpresa quando o braço dela foi agarrado por trás. Ficou mais surpresa ainda, no entanto, pela força na mão que se apoderou dela ... até que se virou e notou que não era uma das mulheres, mas sim um homem. 
 Um par de centímetros mais alto do que ela, de cabelos escuros e de boa aparência, tinha a estrutura de um linebacker. Ele também 6 estava muito perto, deliberadamente invadindo seu espaço de uma maneira ameaçadora quando ele rosnou: 
— O que diabos você disse para minha esposa? Divine revirou os olhos com exasperação, imaginando como ela deveria saber, já que não sabia quem era sua esposa. Estava prestes a dizer isso quando percebeu que havia algo familiar no homem e rapidamente mergulhou em sua mente. Um batimento cardíaco depois, ela relaxou.  É uma posição do futebol americano, é o jogador da linha de defesa. Geralmente um atleta de porte grande. — Allen Paulson, —murmurou seu nome, obtendo uma satisfação quase infantil quando seus olhos se arregalaram incrédulos. 
 — Como você ...? — Eu disse à sua esposa que você estava tendo um caso com sua secretária loira, de vinte e poucos anos, Tiffany, —interrompeu Divine bruscamente, silenciando-o imediatamente. 
— Eu disse a ela que esta Tiffany estava o pressionando para se casar, mas que você, não queria perder a tal Tiffany, mas também não queria desistir do dinheiro de sua esposa, preferia a viuvez do que divórcio. 
Caixa de texto: Mais um Projeto Exclusivo das Divas & Lord’s

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Herdeiro inesperado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

O segredo que ela guardou...

A estilista Lisa Bailey terminou seu relacionamento com Luc porque sabia que seu caso com o príncipe não teria futuro. 
Mas um último encontro roubado a deixou cheia de paixão, de desejo e... grávida! 
Meses depois, o príncipe Luciano de Mardovia está prestes a concretizar o casamento político perfeito quando uma revista de fofocas publica uma foto de Lisa claramente grávida! 
Ele tem certeza de que o filho é seu. 
Agora, Luc deve reclamar seu herdeiro a qualquer custo, mesmo que Lisa seja uma noiva inadequada. No final, ela se tornará sua rainha!

Capítulo Um

O corpo musculoso de Luc enrijeceu pela tensão no banco traseiro da limusine quando o nome assomou diante dele. Sabia o que tinha de fazer. Ignorar. Seguir em frente sem olhar para trás. Mas a voz severa da consciência foi esquecida quando ele se inclinou para falar com o motorista. Às vezes, a curiosidade era muito grande para se resistir.
— Pare o carro — ordenou em tom áspero.
A limusine estacou com um solavanco numa rua calma de Belgravia, Londres, repleta de lojas e restaurantes elitizados. Mas apenas uma delas chamava a sua atenção, o que parecia surpreendente porque Luciano não era o tipo de homem que tinha o costume de fazer compras. Não tinha necessidade. Até mesmo as bugigangas de valor astronômico que comprava para presentear suas amantes, quando as dispensava, eram compradas por um de seus muitos assessores.
Mas fazia algum tempo que não havia compras desse tipo e nenhuma amante de coração partido a recompensar. Luciano estava há dois longos anos em total celibato. Não por sentir prazer em permanecer abstêmio, mas por achar necessário. E conseguira enfrentar o desafio, concluiu, ensaiando um sorriso. Canalizara todas as energias para o trabalho. Extenuara o corpo forte com exercícios. A mente estivera clara, firme e focada, embora perguntasse onde estaria aquele foco ao ler as duas palavras escritas com letras desenhadas acima da loja do outro lado da rua.
Lisa Bailey.
Podia sentir o pulsar repentino na virilha com aquele nome sussurrando em sua memória, assim como a voz suave daquela mulher o fizera ao seu ouvido, com súplicas urgentes, enquanto a penetrava.
Lisa Bailey. A amante mais sensual que ele tivera. A desenhista de moda de olhar destemido e talentosa. A deusa de cabelo longo e curvas deliciosas.
E a única a expulsá-lo de sua cama.
Luc mudou de posição no assento do carro, preso em um momento de indecisão anormal, porque ex-amantes tinham o potencial de se tornarem complicações e não precisava de mais problemas no momento. Poderia bater no vidro e dizer ao chofer que seguisse para a embaixada, onde lidaria com questões de última hora, antes de retornar à sua ilha após o casamento. Pensou no que o esperava em Mardovia e se viu acometido de uma repentina paralisia. Tinha um dever a cumprir ou um fardo a carregar. Dependia de como encarasse a questão. E se preferisse a visão positiva à negativa... Quem poderia culpá-lo?
Os olhos de Luc se voltaram para a fachada da loja e, naquele momento, ele a viu caminhando pelo salão de exposição. O coração começou a martelar as costelas enquanto observava os cachos sedosos daquele cabelo longo. Ela fez um meio giro, exibindo a curva magnificente dos seios firmes. Um desejo avassalador o assaltou, concentrando-se em seu sexo.
Lisa Bailey.
Luc estreitou o olhar. Era estranho vê-la ali, naquela parte elitizada da cidade, longe da área mais modesta de Londres, onde seus caminhos se cruzaram pela primeira vez, no pequeno estúdio em que Lisa desenhava seus vestidos na época.
Não importava por que ela estava ali, não lhe interessava, disse ele a si mesmo. Mas ainda assim, fora ele a orientar o motorista naquela direção, certo? Tudo porque ouvira uma mulher mencionar o nome dela e descobrira que Lisa Bailey havia incrementado seu empreendimento. Luc passou a língua pelos lábios momentaneamente ressequidos. Que mal haveria em entrar para cumprimentá-la em nome dos velhos tempos? Não era isso que ex-amantes faziam? E esse encontro não o convenceria de que a havia esquecido? Como se precisasse de qualquer certeza!
— Espere mais adiante por alguns minutos — disse ele ao motorista, abrindo a porta e saltando para a calçada. A alguns discretos metros de distância, um segundo carro com seus seguranças também estacionou. Com um sinal quase imperceptível, Luc deixou claro que mantivessem a distância.
O sol de agosto batia quente em sua cabeça e nem mesmo uma brisa balançava as folhas das árvores na rua, apesar de já serem quase 17h. A cidade fora assolada por uma onda de calor intensa e Luc não via a hora de voltar ao ar condicionado de seu palácio em Mardovia. Lá, pombos brancos arrulhavam nos famosos jardins e o perfume das rosas era bem mais agradável do que as impregnantes fumaças do cano de descarga dos veículos na cidade. Se não fosse pela festa de casamento de Conall Devlin, no próximo fim de semana, teria voado mais cedo e voltado para dar início ao processo de abraçar seu novo futuro...

Série A Família Montoro

1- Os negócios do Chefe
ROMANCE CONTEMPORÂNEO
De uma noite de desejo a uma surpresa escandalosa!

Escolhido para se tornar o rei de Alma, o empresário Rafe Montoro está sob muita pressão. 
Uma noite com Emily, bartender em Key West, é exatamente do que ele precisa, até que algumas semanas depois ela aparece dizendo estar grávida! 
Emily quer que seu bebê conheça o pai, mas não quer prejudicar as chances de Rafe ao trono. Mesmo assim, a química entre eles não pode ser ignorada. Será que Rafe terá que escolher entre o amor e o trono?



2- Grávida do Rei  





É bom misturar negócios com prazer?

A missão do diplomata Alex Ramon está em perigo.
Ele precisa convencer os Montoro a abrirem mão da sua vida nos Estados Unidos e voltarem ao trono de Alma. Mas sua protegida, Maria Ferro, está flertando com um dos príncipes em potencial, e Alex está morrendo de ciúmes! 
O sentimento é tão forte que ele pensa em sabotar seus objetivos para poder ter Maria em sua cama — um prêmio muito mais tentador do que qualquer recompensa da coroa. O que Alex não sabe é que Maria está apaixonada há muito tempo, e não é pelo príncipe playboy…

3- Seduzida pelo Herdeiro



De ovelha negra a rei… com uma ajuda muito especial!

O pesadelo de Gabriel Montoro se torna realidade quando seu irmão abdica do trono de Alma, deixando Gabe como o novo herdeiro. Agora, o playboy se tornará rei! 

Para isso, vai contar com a ajuda de Serafia Espina. A ex-top model pode ensiná-lo as regras de etiqueta, mas enquanto se adapta ao protocolo real, Gabe começa a ver essa antiga amiga sob uma luz muito diferente. 
Mas em breve ele não terá mais uma vida privada, e Serafia esconde segredos que podem colocar o relacionamento em risco.

4- Uma Paixão Inesperada




Ela se apaixonou pelo irmão errado!

Agora que sua família irá governar Alma, Bella Montoro é candidata a um casamento real. Mas uma mulher de espírito livre como ela não vai ser um peão nos jogos políticos do pai. Apesar de estar prometida para o filho mais velho de um barão de petróleo, Bella gosta mais do seu rebelde irmão gêmeo. James Rowling é conhecido por seu histórico com as mulheres, mas será que Bella irá mudar isso? 
Ou a reputação de James — e uma pequena surpresa — vai entrar no caminho do “felizes para sempre”?




Série A Família Montoro
1- Os negócios do chefe
2- Grávida do Rei 
3- Seduzida pelo Herdeiro
4- Uma Paixão Inesperada
Série concluída

Cinderela em Apuros

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Ela tinha um plano... só não previu as consequências.

Desesperada para salvar o pai, Rose O'Malley acha que é hora de armar um golpe. Mas, quando encontra Zac Valenti e a força da sua sensualidade, sabe que não conseguirá enganá-lo. 
Antes que ela possa cancelar seus planos, o solteiro mais cobiçado de Manhattan a leva às alturas e à sua cama! Saindo de fininho como uma Cinderela culpada, ela jura que nunca mais verá Zac... até que ele descobre que Rose está grávida e insiste ficar com a mãe e o bebê sob o seu controle.
Capítulo Um

O coração de Rose O’Malley estava disparado. Sua pele estava pegajosa, as palmas de suas mãos suadas, e ela sentia-se tonta. Estava basicamente exibindo todos os sinais do início de um ataque de pânico, ou de algum tipo de crise emocional, bem ali, sentada sobre a tampa fechada de um vaso sanitário no banheiro de um dos hotéis mais exclusivos de Manhattan.
O ambiente opulento apenas a fazia se sentir pior, acentuando o fato de que ela não deveria estar lá.
Seu reflexo no espelho atrás da porta da cabine mostrava uma estranha. Uma estranha elegante. Seus cabelos loiros, normalmente na altura dos ombros, estavam presos num coque sofisticado na altura da nuca.
Rose viu que tinha um pescoço. Nunca o notara antes.
Somente a metade inferior do seu rosto era visível, porque o resto estava escondido por uma máscara preta e dourada. Seus olhos verdes brilhavam de modo quase fervoroso. O batom vermelho nos lábios combinava com o rubor das faces.
Ela pôs o dorso da mão no rosto quente.
Alívio a inundou por um momento. Era isto: estava ficando gripada. Ignorou a vozinha apontando que eles estavam numa primavera quente de Nova York e racionalizou que não poderia sair lá fora agora... infectaria as pessoas mais importantes de Manhattan com seus germes.
Mas, quando ia se levantar, com seu vestido preto brilhando no espelho, a porta do banheiro foi aberta e duas mulheres entraram, conversando animadamente. Rose voltou a se sentar, sentindo-se fracassada.
É claro que não estava gripada.
Mas ainda não estava pronta para fazer qualquer contato humano. Felizmente, estava na última cabine, a mais distante da porta. Esperaria até que elas fossem embora.
Uma das mulheres que entrara falou num sussurro indiscreto:
— Oh, meu Deus. Você o viu? Quero dizer, sei que ele é muito sexy... mas, seriamente? Acho que meus ovários explodiram.
O tom da outra mulher foi maldoso:
— Bem, isso é um desperdício. Todo mundo sabe que ele não quer que qualquer filho que possa ter herde a fortuna da família... ele até mesmo mudou de nome para se distanciar!
A amiga ficou incrédula.
— Quem rejeitaria bilhões de dólares e um nome de família tão antigo?
Rose experimentou um desconforto no estômago. Sabia exatamente quem: o homem mais famoso da festa. Zac Valenti. Ele estava lá. Ela tivera a esperança de que ele não estivesse presente. Mas estava. E, agora, as palpitações estavam de volta.
As mulheres continuaram fofocando, enquanto mexiam em suas bolsas.
— Todos pensavam que ele estava tendo um colapso ou algo assim depois que deixou Addison Carmichael esperando no altar, mas o homem literalmente renasceu das cinzas.
As vozes se tornaram mais baixas, e Rose inclinou-se na direção da porta para ouvir.
— Dizem que ele é agora o homem elegível mais rico dos Estados Unidos.
— Mas você viu a vibração que ele envia? Muito frio... e mal-humorado. Tipo, você pode olhar, mas não pode tocar.
A outra voz tornou-se sonhadora:
— Eu sei...

Um Futuro para Dois

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Nove meses para conquistá-la!

Para Cassandra, trabalhar nas colinas da Toscana é o jeito perfeito de fugir do passado. 
Até que o dono do local decide fazer uma visita e atrai a atenção dela. Marco di Fivizzano não consegue tirar os olhos da linda jardineira, por isso decide descobrir quem a loira misteriosa é de verdade — em um jantar ou em sua cama!  Nos braços de Marco, Cass se entrega completamente, encontrando a liberdade que sempre desejou... até ela descobrir estar ligada ao bilionário para sempre!

Capítulo Um

Cravando sua pá na rica terra toscana, Cassandra sorriu ao pensar na sorte que havia sido conseguir um trabalho na Itália. Ela adorava viver ao ar livre, usando seu corpo em todas as suas possibilidades. E o que poderia ser melhor do que trabalhar ouvindo o som do canto dos pássaros, ao lado de um rio cristalino? O seu trabalho era auxiliar a plantação sazonal em uma grande propriedade.
E a equipe em que ela trabalhava tinha direito a um dia livre todas as quartas-feiras, o que lhes dava um respiro bem no meio da semana. E nesse dia ela ficava com o terreno para si, e a sua imaginação voava, com Cass pensando ser a mulher com as rédeas daquelas terras nas mãos... o que seria ainda melhor se não estivesse usando botas repletas de lama e um macacão que rasgara ao roçar em algum arame farpado, além de um boné de basebol na cabeça, tão desbotado quanto o short que ela vestia.
As terras estavam a quilômetros da cidade mais próxima, e a solidão daquele local era uma bênção, especialmente após o tempo que passou trabalhando em um supermercado, na sua terra natal, antes de viajar à Itália. Além disso, estar sozinha por ali era bem melhor do que ser obrigada a encarar o dono daquelas terras.
Marco di Fivizzano, industrial italiano, não aparecera por lá desde a sua chegada. E ela não tinha qualquer pressa em conhecer um homem que, segundo os jornais, não tinha coração e podia ser mais frio que uma peça de mármore de Carrara.
Mas eu não preciso me preocupar com Marco, murmurou Cass, movendo a pá que cravara no solo. Afinal, ela não conseguia imaginar um homem como ele gastando um tempo de sua atribulada agenda viajando de Roma para aquele fim de mundo, bem no meio da semana. Quando perguntou a Maria e Giuseppe (a guardiã da casa e o faz-tudo local) se e quando conheceria seu chefe, eles simplesmente se entreolharam e deram de ombros.
E isso seria uma coisa boa, refletiu Cass, voltando a cuidar da terra e preparando os buracos onde plantaria algumas sementes. Ela não tinha medo do trabalho duro, mas nem por isso aquele esforço poderia ser chamado de fácil.
Sempre fora rebelde, embora tal rebeldia tivesse estado apenas em sua mente. Era insolente, segundo a diretora da escola onde estudava, mulher que ficou furiosa ao ver que Cass se recusava a chorar até nas horas mais embaraçosas. Aliás, o pior dia da sua vida foi quando seus pais foram presos por tráfico de drogas. Porém, ainda bem jovem, Cass já era uma menina determinada a não se deixar abater com facilidade.
No entanto, um detalhe ainda a deixava perplexa. Se seus pais não eram o tipo de pessoa que a diretora da sua escola sonhava ter por perto, por que continuava aceitando o dinheiro que eles pagavam pelas mensalidades?
Por outro lado, ela não aguentava demonstrações de esnobismo. E seu falecido pai, mais conhecido como o infame Jackson Rich, estrela do rock, nunca teve problemas na hora de pagar as mensalidades, que eram caríssimas, mas ainda assim os funcionários da escola sentiam inveja dele, da sua linda mulher e de Cass, sua filha.
Deixe o passado no passado, pois ele deve ficar por lá, e desfrute do sol da Toscana...
E fazer isso era tarefa fácil, pensou Cass, feliz. O sol brilhava em seu rosto, aquecendo sua pele, e o cheiro de orégano selvagem era intoxicante. Aliás, estava bem quente para a primavera italiana, e aquele trabalho era infinitamente melhor que o que ela tivera anteriormente, quando desperdiçava sua vida e sua juventude atrás do caixa de um supermercado.
Fechando os olhos, ela sorriu ao pensar em suas escolhas: um uniforme de náilon que a deixava sem movimentos ou a roupa confortável que usava naquele dia?

A morada do Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Passado e futuro não existiam. Para Rafael, só o presente importava.

Kit Spring e Rafael de Mendez pretendiam casar-se na propriedade da família dele, na Espanha. Em vez disso, a cerimônia foi realizada no quarto de um hospital em Idaho, minutos antes de Rafael ser submetido a uma cirurgia de emergência. Para alegria de Kit, ele sobreviveu à operação... mas perdeu a memória. Kit estava casada com um homem que nem sequer sabia quem era ela!

Capítulo Um

— E eu declaro — o capelão franziu a testa ao ler o nome na licença especial — Rafael de Mendez y Lucar e Kit Spring oficialmente casados.
Mesmo sob o efeito da medicação, Rafe fitou-a e Kit pôde ver uma mensagem de amor em seus olhos negros.
Vasculhara dois continentes durante oito semanas a sua pro­cura, sem saber sequer se a veria novamente, e só conseguira encontrá-la quando alguém lembrara o nome do lugar onde Kit havia nascido. Chegara um dia antes e fora procurá-la no hotel obscuro onde estava trabalhando, pondo um ponto final na separação, e agora as tão esperadas palavras haviam sido finalmente pronunciadas.
Kit sabia que agora ele estava calmo, em paz.
Sem esperar pela autorização do capelão, inclinou-se para beijar os lábios pálidos que tanto desejava, mas o anestesista impediu-a de tocar o marido.
— Lamento, Sra. Mendez, mas já devia ter administrado a droga há cinco minutos — e fez um sinal para o auxiliar, que o ajudou a guiar a maça para fora da sala de emergência e através do corredor.
Kit os seguiu até o elevador, incapaz de acreditar que Rafe, sempre tão forte e corado, jazia pálido e indefeso sob o lençol branco. A possibilidade de perdê-lo paia sempre a fez adian­tar-se e agarrar o braço do médico.
— Por favor — sussurrou —, não deixe que nenhum mal lhe aconteça. Eu não suportaria...
Os dois meses de separação haviam sido tão dolorosos, que ainda não conseguira recuperar o equilíbrio. A tensão a do­minava, tanto que sequer havia percebido que o escudo dos Mendez esculpido no anel que Rafe usara para a cerimônia cortava a palma de sua mão.
— Um coágulo cerebral é sério, mas a operação para aliviar a pressão é rotineira. Não tenho dúvida de que ele logo estará bem.
Antes de fechar as portas do elevador, o cirurgião sorriu com segurança tentando tranquilizá-la, mas foi inútil.
— Sra. Mendez — o capelão chamou, tocando-a no braço. — Sei que não poderá descansar enquanto não souber o re­sultado da cirurgia, e por isso vim me oferecer para lhe fazer companhia.
A última coisa que desejava nesse momento era companhia, mas não podia ser rude com o pastor Hughes, capelão do hospital e responsável pela cerimônia de dois minutos que a unira a Rafe.
Lúcido, apesar do acidente que provocara o grave ferimento em sua cabeça, Rafael recusara-se a sofrer a cirurgia antes de torná-la sua esposa, e Kit concordara imediatamente. Perce­bendo que a agitação poderia interferir de maneira negativa no resultado da cirurgia, o Dr. Penman decidira permitir que o casamento fosse realizado na sala de emergências. Na ver­dade, todos ligados ao Hospital Universitário de Pocatello ficaram maravilhados, e Kit jamais poderia expressar a gratidão que sentia pela equipe.
— Obrigada, capelão — disse, tentando afastar-se sem ma­goá-lo.
Mas, ao dar o primeiro passo, sentiu-se tonta e leve de apoiar-se nele por alguns segundos.
— Está sentindo alguma coisa, Sra. Mendez? o capelão amparou-a.
Kit negou com a cabeça e, juntos, caminharam até a sala de espera, onde o capelão a fez sentar-se e beber um copo de água. Desde que chegara ao hospital, seguindo a ambulância no carro que Rafe alugara, Kit recusara-se a comer ou beber qualquer coisa. Agora, até mesmo a água sem gelo tinha um sabor delicioso.
— Sente-se melhor?

A Princesa e o Bilionário

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Uma princesa embaixo das cobertas...

O barulho do helicóptero anuncia o retorno do chefe, e manda Sophie correndo para a cozinha. 
Mal sabe ela que, para se esconder da sua família, terá que ficar sob o olhar penetrante do notório bilionário Rafe Carter. 
Para ele, resistir aos charmes da sua nova cozinheira é fundamental, nem que para isso precise apelar para um mergulho noturno. 
Só que suas ideias vão por água abaixo quando 
Rafe não consegue conter seu desejo e decide provar um gostinho do proibido. Quando a identidade de Sophie é revelada, Rafe tem o dever de resgatar a linda princesa da imprensa... com um pedido surpreendente.

Capítulo Um

O helicóptero desceu de um céu azul sem nuvens, produzindo um ruído ensurdecedor e uma gota nervosa de suor escorreu pelos seios de Sophie.
— Ele chegou — anunciou Andy de repente, enquanto as pás da aeronave paravam de girar. — Não fique tão preocupada, Sophie. Rafe Carter pode ser o patrão, mas não morde. Apenas não tem muita paciência com gente tola e, contanto que você se lembre disso, ficará bem. Certo?
— Certo — repetiu ela, obediente. Mas ainda sentia um nó de tensão na garganta quando Andy deixou a varanda e correu em direção ao helicóptero, onde um homem com um porte atlético surgiu na porta aberta, passando os dedos pelos cabelos escuros e desalinhados. Após uma breve pausa para esquadrinhar o horizonte, ele balançou a cabeça quando uma loura, com seios fartos, trajando um uniforme azul justo, tentou atrair sua atenção antes de saltar para o chão empoeirado, deixando a mulher com os ombros curvados e um ar de desânimo.
Outra sensação de pânico se espalhou pela pele de Sophie, mas agora parecia alicerçada em algo mais. Algo que fez seu pulso disparar, enquanto o homem permanecia estático, apenas olhando para a terra. A postura congelada chamava atenção para o perfil altivo e a mandíbula saliente.
Mesmo estando distante, ela podia notar os contornos rígidos do corpo dele. Trajando um terno impecável, que se moldava ao físico musculoso, ele parecia cosmopolita e sofisticado, deslocado naquele ambiente empoeirado do Outback, assim como seu moderno helicóptero. 
Tudo nele denotava o fato de ser o bilionário, dono de uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, cuja enorme fazenda de gado era apenas um de seus hobbies. Rafe Carter. Até mesmo o nome soava sexy. Sophie tinha ouvido outros empregados falarem sobre ele, trechos de fofocas instigantes que faziam seus ouvidos se aguçarem, embora tivesse o cuidado de não fazer perguntas ou demonstrar curiosidade.
Aprendeu bem rápido que, se quisesse manter sua identidade em sigilo, seria melhor ser vista em vez de ouvida. Vestir-se de modo reservado e se manter em segundo plano. Não fazer perguntas sobre o homem que era dono daquela propriedade e de toda a terra ao redor até onde a vista podia alcançar. Tudo o que ela sabia era que ele era rico. Muito rico. 
Que gostava de aviões, de arte e de mulheres belíssimas, além de uma vida rural na Austrália, para onde vinha e partia sempre que desejava. Seus seios formigaram com uma pontada desconhecida de excitação. Simplesmente não esperava que ele fosse tão... fascinante.
Sophie observou quando Andy andou para a frente e os dois homens trocaram algumas palavras de saudação antes de caminharem em direção à propriedade, enquanto o helicóptero decolava. Estava quente na varanda. Ainda era cedo, mas o mercúrio no termômetro já disparava para cima. 
O verão havia chegado e, às vezes, ela sentia como se estivesse vivendo em uma sauna gigante. Suas palmas estavam recobertas por uma fina camada de suor, que limpou no short de algodão, rezando para o seu coração parar de bater tão forte, porque isso, por certo, a faria parecer um pouco óbvia.
Desejou saber por que a chegada de Rafe Carter a fazia se sentir como se o mundo estivesse prestes a desmoronar ao seu redor. Medo de ser descoberta? 
Medo de que ele pudesse ter sucesso onde todos os outros na fazenda de gado haviam falhado e descobrir quem realmente ela era? 
Medo de que ele ficasse sabendo sobre os esforços absurdos que ela empreendeu para assegurar um lugar ali, na paz do árido Outback australiano, porque queria escapar de sua vida dourada e forjar uma existência mais digna? Jamais o viu pessoalmente, mas não era impossível que ele tivesse visto uma foto dela em algum jornal. Afinal, seus mundos dourados podiam ter conexões distantes, certo? Sua mente disparou ainda mais rapidamente. E, se ele descobrisse, o que aconteceria?

Um Caso Secreto

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
"Todos os atores são uns demônios com as mulheres... Devassos, sedutores, malcriados!"

Matt Sheffiel parecia encarnar aquele papel... perfeitamente. Uma experiência amarga anterior tinha ensinado a Clare a tomar cuidado com aquele tipo de homem.
E ela sabia que Matt estava lhe oferecendo nada mais nada menos do que um caso. E Clare estava determinada a não se deixar envolver por promessas outra vez... não importava quais fossem as tentações!

Capítulo Um

— Você é mesmo uma garota de sorte, não?
Clare colocou o remédio para pressão alta, com a receita, em cima do balcão. Depois olhou, contrariada.
— O que quer dizer... sorte? — ela indagou, com medo da resposta.
A expressão da Sra. Brown era ao mesmo tempo compreensiva e exasperada.
— Clare Pride! Quem você pensa que está tentando enganando? Eu estava lá no clube, ajudando nos preparativos para o grande baile desta noite e vi muito bem os cartões indicando os lugares à mesa. Não sei por que fingir que não sabe do que estou falando!
O coração de Clare começou a bater mais rápido.
— Vai ser incrível sentar-se ao lado do maravilhoso Adrian Archer a noite toda! — a Sra. Brown continuou, delirando. — Aquele homem pode colocar o estetoscópio no meu peito a hora que bem entender!
Por um momento Clare concordou integralmente com aquelas palavras. Ela também tinha tido pequenas fantasias, enquanto assistia Bush Doctor. Toda terça-feira à noite.
Mas rapidamente lembrou-se de que não passava de meras fantasias. O homem na tela não era real. Ele era uma ilusão.
Um sonho romântico. Ao vivo, sem duvida, ele provaria ser exatamente o oposto de charmoso, carinhoso e de caráter irrepreensível que era na televisão.
— Ele não é um médico de verdade — Clare tentou ponderar. A Sra. Brown pareceu contrariada.
— É claro que ele é um médico! Olhe para aquelas salas de emergências onde ele trabalha! E não é só isso: ele tem os modos muito finos!
Aposto que tem, Clare pensou.
— Só um médico de verdade pode ser tão simpático e atencioso como o Dr. Archer é! — A Sra. Brown insistia em seu ponto de vista.
— Nancy... — Clare falou, paciente. — Ele é um ator. Não há duvidas de que tem muito talento, mas Bush Doctor é um seriado de televisão. O Dr. Adrian Archer não é médico de verde. Se você olhar o nome do elenco ao final de cada capítulo, verá que ele se chama Matt Sheffield.
— Bem... ele sempre será o Dr. Archer para mim! — a Sra. Brown choramingou, pegando a bolsa.
Clare respirou fundo.
Por que as mulheres como a Sra. Brown não conseguia perceber a diferença entre o faz-de-conta e a realidade?
Por que elas pensavam que os personagens dos seriados da televisão eram pessoas reais? E por que, Clare continuou se perguntando, “eu tenho que aturar uma mãe que não aceita negativa como resposta e que pensa que pode tudo e com tudo?”
Ela olhou o relógio.
Era quase meio-dia. Em poucos minutos o velho Sr. Watson apareceria, como sempre fazia aos sábados, deixando-a livre à tarde. Normalmente, Clare passava o tempo limpando o apartamento e ouvindo musica, mas naquele dia estava precisando relaxar.
Não havia como escapar daquele baile.
Ela não queria que seu programa predileto na televisão fosse para sempre maculado. Queria que o Dr. Adrian Archer continuasse sendo o Dr. Adrian Archer!
Se fosse forçada a passar algum tempo com o homem verdadeiro que se escondia por trás da daquele personagem, como poderia continuar mantendo a fantasia que alimentava sua imaginação.
Não, isso estava fora de questão. Definitivamente fora de questão!
Era culpa de sua mãe.
No fundo sabia que não poderia permitir faltar àquele compromisso.
Clare entrou com seu Magna azul na estrada deserta. O vento fustigava as janelas de seu pequeno carro, fazendo-a começar a se preocupar. Uma nuvem escura aparecia ao longe, sinal de que teriam um temporal em pouco tempo.
Clare sabia que aquele mau humor era uma tolice, mas não havia como evitar. Poucos minutos depois, chegava à casa dos pais, na metade do tempo que costumava fazer.
Samantha estava cavalgando pela ponte quando Clare passou devagar a seu lado.
— Olá, irmãzinha! — ela gritou, acenando. — Esta planejando correr a Formula 1 deste ano? Por que a pressa? E o que esta fazendo por aqui. A propósito? Não deveria estar se aprontando para a grande noite? Você só tem mais sete horas, sabia?
— Muito engraçado, Sam — Clare murmurou. — Onde está mamãe?
— No quarto dela, acho, tentando decidir o que usar hoje a noite. — Samantha desmontou do cavalo e se aproximou da irmã. — Clare, você parece muito mal. O que ela fez agora?
— Mamãe me colocou para sentar do lado de Matt Sheffield!

Sobre reis e reputações

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Grávida… do sheik playboy!

O sheik playboy Kedah de Zazinia aproveitou cada minuto que passou construindo sua reputação! 
Prestes a subir ao trono, Kedah sabe que em breve deverá aceitar seu dever real... Mas até lá, precisa se distrair, e nada melhor do que uma noite de paixão com sua assistente certinha, Felícia Hamilton, que esconde um desejo que Kedah está louco para deixar em chamas! Só que ele não estava preparado para o maior escândalo de todos: sua noite de prazer deixa Felícia grávida!

Capítulo Um

Você precisa de Felícia Hamilton.
O príncipe coroado e sheik Kedah de Zazinia sempre fizera de tudo para não precisar de ninguém.
Só dependia de si mesmo.
No final daquela tarde, sentou-se em seu escritório de Londres e girou um raro diamante esférico entre o dedo indicador e o polegar enquanto lia no computador um artigo de jornal. Quando ouviu uma batida na porta e pediu que Anu entrasse, percebeu que ela estava bastante tensa. Imaginou se teria lido o artigo também.
Kedah sabia que o assunto iria perturbá-la. Ela fazia parte de sua equipe havia vários anos, e também era sua compatriota. Entenderia como esse artigo era nocivo.
— A Srta. Hamilton está aqui para sua entrevista — anunciou Anu, franzindo um pouco os lábios.
— Então mande que entre.
— Pediu alguns minutos para se refrescar.
Oh, Anu tentava, mas não conseguia esconder sua contrariedade. Todos os candidatos que entravam em contato com Kedah eram previamente entrevistados por Anu. No dia anterior, ela se encontrara com Felícia e decidira que a jovem não correspondia aos requisitos necessários para entrar em uma segunda fase de entrevistas.
Faltava experiência no ramo de hotelaria, embora compensasse isso com uma atitude positiva, e isso nunca daria certo com Kedah. Ele não costumava se reunir com sua equipe, tinha uma programação rígida e esperava que seus subordinados trabalhassem em silêncio e discretamente nos bastidores, predicados que Anu não via na Srta. Hamilton.
No dia anterior, Anu reportara isso para Kedah, mas, mesmo assim, o sheik pedira que chamasse Felícia para vir nessa tarde.
— Kedah, não creio que ela seja adequada para ser sua assistente pessoal.
— Anu, entendo que se preocupe, mas pode me avisar quando a Srta. Hamilton estiver pronta?
Anu saiu fechando a porta, e Kedah recolocou o diamante no bolso interno do paletó, retornando à leitura do artigo.
Estava escrito em inglês. Ninguém de sua terra natal ousaria publicá-lo. Pelo menos não ainda.
Herdeiro (não muito) Claro!
Abaixo do título ousado havia uma foto de Kedah usando terno e gravata com um sorriso arrogante. A matéria falava da morte recente de seu avô e como, agora que Omar era rei, certos tópicos difíceis deviam ser levantados. Relatava em breves palavras a educação britânica de Kedah, o subsequente estilo de vida no jet-set e sua reputação de playboy. Mencionava que, aos 30 anos, ele ainda não dava sinais de querer se acomodar.
O artigo também falava de seu irmão caçula, Mohammed, de sua esposa Kumu, e seus dois filhos. Ao contrário de Kedah, Mohammed estudara em Zazinia, e uma grande facção no país considerava isso importante para a estabilidade, alegando que Mohammed seria um príncipe coroado mais adequado, assim como rei mais tarde. O artigo afirmava que alguns anciões estavam convocando o conselho para se reunir e formular uma decisão final.
No término do artigo, havia uma foto de Mohammed e de Omar, porém o pior era a citação final: Tal Pai, Tal Filho.
Afora a diferença de idade entre os dois, Mohammed e Omar eram idênticos... Não apenas na aparência física, mas também nas maneiras sóbrias e antiquadas.
A única mudança que Omar fizera como príncipe coroado fora melhorar o sistema de educação, e, através dos anos, Kedah também não conseguira progressos junto ao pai. Ele era um esplêndido arquiteto, entretanto cada desenho que submetia era rejeitado e cada sugestão esnobada de imediato ou repudiada mais tarde.
Esperara que, com a morte do avô, as coisas pudessem mudar, porém sua mais recente proposta para um maravilhoso hotel e um complexo comercial na orla marítima fora rejeitada também.
Seu pai dissera que o novo edifício iria tirar a privacidade da praia real. — Há maneiras de evitar isso — insistira Kedah. — Se me deixar apenas...

Série encontros com o Destino

1- Para celebrar o Amor
ROMANCE CONTEMPORÂNEO
O desejo bate à porta!

O magnata italiano Vito Zaffari está passando as férias longe do olhar público, enquanto um escândalo familiar sai da mídia. 

Para se isolar do resto do mundo, ele decidiu se esconder na casa de campo de um amigo. Mas ficar sozinho é impossível quando uma mulher vestida de Mamãe Noel aparece de surpresa! Holly Cleaver é uma mulher surpreendente e Vito não consegue ignorar o desejo que sente por ela. O que pode acontecer quando uma noite de paixão tem sérias consequências?


2- Para festejar a Paixão
ROMANCE CONTEMPORÂNEO



A boa esposa grega…

Frio, impiedoso e cínico, Apollo gosta de ser solteiro. 
Mas, para receber a herança de seu pai, ele é forçado a fazer o impensável: se casar e ter um filho! 
Pixie é a pior escolha possível para ser a esposa de Apollo. 
Mas as dívidas de seu irmão não permitem que ela recuse uma proposta dessas, o que a torna uma candidata bastante adequada. 
Mas quando a noite de núpcias revela a química entre eles, Apollo começa a repensar seus planos. Tudo isso antes mesmo de saber que Pixie carrega não somente um, mas dois bebês!


Série Encontros com o destino
1- Para celebrar o Amor
2- Para festejar a Paixão
Série concluída

A Noiva do Destino

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


E agora, o que vencerá: a tradição do colar ou a rivalidade entre as duas famílias?

Diz a lenda que as famosas safiras da família Colton brilham apenas quando usadas pelas mulheres ideais para se casar com seus herdeiros... Mas será que essa regra também se aplica a uma mulher que pertence à família Mansfield, a maior inimiga dos Colton?
Jason Colton, um médico determinado, está disposto a fazer esse teste! 
E tudo que Elizabeth Mansfield precisa fazer é persuadi-lo de que o inesperado encontro entre eles foi mais do que puro acaso. Foi o destino!

Capítulo Um

A construção localizada no alto de um penhasco sobre a costa da Califórnia abrigava toda a agitação típica de um casamento. Os convidados passavam pelas imponentes portas do templo enquanto, na rua, pajens davam os últimos retoques na decoração de uma limusine preta.
Elizabeth Mansfield Sonderland acomodou-se no penúltimo banco do lado da noiva, tentando não pisar nos pés daqueles que já esperavam pelo início da cerimônia. Era difícil passar pelo corredor estreito sem importunar as pessoas com sua barriga proeminente.
A seu lado, uma senhora gorda com ar maternal olhava para o dedo onde esperava ver uma aliança de casamento. Embora a mulher mantivesse um sorriso indulgente no rosto, era evidente que ela procurava pelo pai da criança. 
Gostaria de dizer que o homem não estava por perto, que partira ao concluir que casamento e filhos eram fatores causadores de grande inconveniente e desgosto, mas sabia que aquele não era o melhor momento para um desabafo emocionado. Assim, Elizabeth sorriu e erigiu uma parede de serenidade maternal a sua volta, os olhos fixos no altar.
Sua querida amiga e companheira de quarto no colégio interno, Savannah Hamilton, enfrentaria a segunda cerimônia de casamento naquela bela tarde de abril. Seu marido era o famoso magnata e empresário Harrison Colton. Os dois já haviam se casado duas semanas antes em Reno, mas organizaram aquela união religiosa para os familiares e amigos. Embora estivesse muito feliz pela amiga, Elizabeth tinha sérias dúvidas sobre a instituição do casamento.
Votos e promessas não serviam de garantia para a felicidade eterna.
Por outro lado, o fato de seu casamento ter fracassado não significava que o de Savannah também seria um desastre. E não devia permitir que pensamentos negativos empanassem o brilho de uma ocasião tão alegre. Afinal, teria o resto da vida para entregar-se à disposição pessimista.
O quarteto de cordas começou a tocar, e rapazes em trajes de gala conduziram a mãe e a avó de Harry à frente da igreja. Assim que elas se sentaram no primeiro banco, o noivo, seu irmão e uma procissão de padrinhos subiram ao altar. Uma menina graciosa percorria o corredor central espalhando pétalas de rosas, e atrás dela um menino com ar sério levava as alianças. 
Uma parada de damas de honra adentrou a igreja.
Se não estivesse grávida, Elizabeth estaria usando um daqueles adoráveis vestidos de cetim púrpura. Brenda, prima de Savannah, tomara seu lugar no grupo e no vestido tamanho quarenta e dois. Jamais entraria no modelo enquanto estivesse exibindo as formas de uma Volkswagen.
A música suave do quarteto de cordas deu lugar à imponência da Marcha Nupcial. A multidão se levantou para ver a noiva que, sorridente, entrava no templo conduzida pelo braço do tio. A cerimônia começou, e as primeiras palavras do ministro emocionaram Elizabeth.
A expressão doce de Harry era tocante. O nó em sua garganta aumentou e, tarde demais, ela lembrou que não havia posto um lenço na bolsa. Era difícil secar as lágrimas e enxugar o nariz com a ponta dos dedos, e já estava pensando no desastroso efeito do rímel escorrendo pelo rosto quando, a seu lado, a mulher de aparência maternal ofereceu um delicado lenço de renda branca. Elizabeth sorriu agradecida e limpou o nariz.
Hormônios.
Normalmente não era tão sentimental. Piscando, tentou conter a enxurrada que destruiria sua maquiagem e notou que um dos padrinhos, o irmão do noivo, olhava em sua direção e sorria. Seguindo as mais básicas regras da boa educação, Elizabeth correspondeu ao sorriso, e ele piscou. Era como se conversassem em silêncio, como se estivessem ligados por um laço invisível e misterioso, embora fossem estranhos.
O homem era fascinante.
Jason Colton. Isso era tudo que sabia sobre o atraente irmão do noivo.
Nunca fora além do cumprimento formal com Jason, mas ouvira os comentários e os elogios de Savannah ao futuro cunhado, um homem de caráter impecável e coração generoso. Emocionada, Elizabeth sufocou um soluço. Ele parecia ter muitas qualidades. E era mesmo generoso, ou não estaria sorrindo e piscando para uma mulher grávida de seis meses.
Savannah estava sempre dizendo que o cunhado era uma dessas aves raras que possuía beleza interior e exterior na mesma medida. E era solteiro, ela comentava espantada por nenhuma mulher tê-lo fisgado.
Jason daria um belo noivo. Pena não ter se casado com ele há quatro anos. Mike Sonderland, seu ex-marido, também era um homem de beleza incontestável, mas os atributos eram apenas aparentes. De qualquer maneira, sonhar com um relacionamento com Jason Colton era tolice. Conhecia a história sombria entre Colton e Mansfield, e sabia que a rivalidade seria eterna.
A cerimônia terminou antes que Elizabeth pudesse recuperar-se, e Savannah e Harrison deixaram a igreja de braço dado para começarem uma nova vida. O cortejo nupcial seguia o casal pelo corredor e, ao passar por ela, Jason sorriu mais uma vez. Elizabeth sentiu o rosto queimar, mas disse a si mesma que era apenas o calor, talvez uma reação provocada pelas constantes oscilações hormonais. Tentou devolver o lenço à mulher a seu lado, mas ela balançou a cabeça e tocou sua mão num gesto maternal.
— Fique com ele, meu bem. Tenho pressentimento de que vai precisar.
Disposta e ignorar a mensagem cifrada, Elizabeth sorriu mais uma vez.
— Obrigada — murmurou.
No salão paroquial, o cortejo nupcial se mantinha enfileirado recebendo os cumprimentos. Elizabeth estava na fila, esperando sua vez de desejar felicidades aos noivos.
Savannah bateu palmas ao vê-la.
— Elizabeth!

O encontro do século

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

A discreta e recatada Nell McCabe não podia acreditar que se tornara a sedutora apresentadora de um provocante programa de rádio chamado Zona Quente. 

Estava disposta a quase tudo para salvar a emissora, mas organizar uma grandiosa festa de dia dos namorados do ano 2000?
Formar casais entre os ouvintes que ligavam para o programa, e no ar?
Pois bem, aceitaria a missão... 
E estava tentando cumpri-la, até o sexy John Jones telefonar e elevar sua pressão sanguínea. 
A última coisa que Nell queria era jogá-lo nos braços de uma mulher que não fosse ela mesma!

Capítulo Um

Julho 1999— Malditos irmãos Jones! — Nell McCabe, conhecida em toda a ci­dade de Chicago como a calma e inabalável apresentadora do programa matinal de aconselhamento chamado Fale com Nell, amassou o memorando do departamento de marketing, jogou-o no chão e pisoteou-o.
Amy, sua produtora, parou na porta.
— Escolhi um mau momento?
— Todos os momentos são péssimos desde que eles compra­ram a estação. E está piorando.
Com um grito abafado de desânimo, Amy recolheu o papel do chão.
— Oh, não! Eles também nos demitiram?
Enquanto ela tentava desamassar a folha para ler a men­sagem, Nell começou a andar de um lado para o outro.
— Seria melhor se eles nos mandassem embora de uma vez por todas — resmungou. — Querem elevar minha audiência. Gosto do meu público exatamente como é! Por outro lado, concordei com as ideias estúpidas daqueles patetas, não? Disseram que minha imagem era séria demais, e eu me submeti a novas sessões de fotos. Fotos! Que importância tem isso? Trabalho no rádio! Minha aparência não conta! Mas eles disseram que seria bom para a divulgação do programa, e por isso concordei. Mas isso foi antes de perceber que seria pega de surpresa por toneladas de maquiagem, meia dúzia de cabeleireiros e aquele vestido horrível. Só Deus sabe como vou aparecer naqueles retratos. Ridícula, certamente!
Amy levantou uma sobrancelha.
— Nell, a ideia sobre as fotos foi de Drake Witley, o novo diretor de marketing. E este memorando também foi assinado por ele. Não entendo por que acusa os irmãos Jones. Além do mais, o documento só solicita sua presença em uma reunião. O que há de tão horrível nisso?
— Os irmãos Jones contrataram Drake, a Cobra! E recebi o memorando as duas e vinte e cinco, apesar de a reunião ter sido marcada para as duas da tarde. Estou meia hora atrasada antes mesmo de tomar conhecimento do evento. Sei reconhecer uma armadilha. Eles vão esperar por mim e despejar um novo esquema sobre minha cabeça assim que eu passar pela porta. Estarei atrasada; confusa e incapaz de argumentar. Trata-se de uma manobra suja e desleal pela qual os Jones são famosos!
— Nell, está começando a ficar paranoica!
Ela balançou a cabeça. Como apresentadora do Fale com Nell, dava conselhos a todos os ouvintes que telefonavam pe­dindo ajuda para solucionar um confuso caso de amor. Seu trabalho consistia em ouvir os problemas alheios e se manter calma e solidária diante do sofrimento e da histeria. "Fale com Nell", dizia o lema do programa. "Juntos venceremos alguns percalços da acidentada estrada do amor".
Mas em poucas semanas havia perdido a calma, o controle e o equilíbrio. Sentia-se prestes a esmurrar o primeiro nariz que surgisse em sua frente. E adoraria agredir um dos sofis­ticados, empreendedores e mulherengos piratas que haviam comprado à estação de rádio. Os Garotos Jones.
— Pelo que sabemos — Amy continuou com tom sensato, os Garotos Jones nem estão na cidade. Nunca os vi. E você? Hoje em Paris, amanhã no Rio... Acha que eles têm tempo para vir a Chicago brincar com á boa e velha W109?
— Alguém esteve brincando com ela, isso é óbvio. Minuto Marvin da Meteorologia... Fora do ar! — Nell lamentou. — E por quê? Para dar espaço á uma hora inteira de Fofocas Cintilantes. Arghhh! Paddy Cherlihy e seu Hora Gaulesa se foram. Em seu lugar temos As Mais Horrendas Lendas Urbanas do Mundo. Ago­ra sou arrastada para uma reunião para... — Parou e recordou as palavras do memorando. — Para discutir maneiras de tornar meu programa mais quente e dinâmico. É insano.
— Nell, é só uma reunião. E você nem sabe o que vão dizer.
— Sei que Fale com Nell não é quente ou dinâmico, e gosto da atual estrutura do programa.
Adorava o que fazia; pelo menos até os irmãos Jones apa­recerem. Sempre tivera a sensação de estar desempenhando uma função de utilidade pública. Todos precisavam de alguém que ouvisse seus problemas. Até mesmo as pessoas mais quen­tes e dinâmicas sentiam falta de alguém que...
Amy empurrou-a para a porta.
— Vá de uma vez e ouça o que eles têm a dizer. Talvez seja apenas um novo e divertido pacote promocional de verão, algo que possa apreciar de verdade. Veja pelo lado positivo: ao contrário de Marvin e Paddy O'Herlihy, não fomos tiradas do ar. Quero dizer, se estão dispostos a gastar dinheiro para tornar o programa mais quente e dinâmico, é porque não pretendem encerrá-lo, certo?
— Espero que não. — O que faria sem o Fale com Nell? Dava conselhos no ar desde os vinte anos, quando criara seu primeiro programa na rádio da faculdade. E deixara a escola no segundo ano para levar o programa a Chicago.
Portanto, não estava qualificada para fazer outra coisa.
Não queria nem pensar na possibilidade de ter de procurar outro emprego aos vinte e sete anos de idade. Mas e se o depar­tamento de marketing houvesse planejado uma nova estratégia, algo ainda pior do que as fotos, e não tivesse o direito de recusá-la? O que faria? Até que ponto poderia comprometer seus princípios?
Gostaria de ter mais tempo para pensar no assunto. Mas ouvia vozes no interior da sala de reuniões, e elas soavam impacientes.
— Onde está aquela mulher? 

Aviso de Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Não podemos acreditar que o bonitão Sam Wainwright esteja se acomodando. 

E se casando com sua fiel assistente, Patrícia Peel. Embora fontes nos digam que essa estranha união começou por conveniência, amigos próximos dizem que o casamento pode verdadeiramente estar baseado em razões do coração.
Será que ninguém mais além de mim está imaginando o que Mike, o homem do setor de correspondências, discutia com o presidente Rex Barrington II na festa de aposentadoria de Rex? Pareciam estranhamente camaradas. Vocês acham que Mike sabe de algum segredo sobre o seu misterioso filho, “Rex III” e estava falando justamente isto para Rex II?
E por falar em “Rex III”... não digam nada a ninguém, mas Sophia Sheperd tem escrito secretamente as palavras “sra. Rex Michael Barrington III” em seu caderno de anotações. Parece que está determinada a casar-se com “Rex III”... Afinal, todas suas amigas estão se casando com seus chefes. Será que ela se tornará a próxima noiva do escritório?

Capítulo Um

Outras mulheres fizeram. Até mesmo bradaram a respeito, orgulhosas. Uma reportagem publicada no jornal Arizona Republic, na semana anterior, mostrava que sessenta por cento das mulheres havia feito ao menos uma vez. Em alguns casos, até duas.
Artigos de uma revista nacional procuravam ensinar passo a passo aquela "arte". Na era moderna, de acordo com o artigo que Patrícia lera após ir para casa, uma mulher que não fazia isso era definitivamente antiquada, tola ou tinha problemas de autoestima.
— Tola — concordou Patrícia.
Outras mulheres convidavam homens para sair. Outras mulheres até mesmo propunham casamento. Outras mulheres... bem, outras mulheres faziam muitas outras coisas que Patrícia Peel não fazia.
Mas faria naquela manhã.
Colocou uma mecha de cabelos louros atrás da orelha e passou as mãos pelos quadris, na tentativa de não roer as unhas.
— Sam, não aprovo casos — disse, o queixo erguido para enfatizar a sentença. — Casos parecem vulgares. Escolha uma nova palavra. Nenhum de nós aprova relacionamentos românticos entre pessoas que trabalham juntas. Especialmente quando o homem está em posição de poder em relação à mulher. Fomos a um seminário sobre isso em Washington, lembra-se? Ministrado por aquela moça do governo. Aquela com cabelos longos.
"Não saia pela tangente!", advertiu-se.
Ela e Sam haviam rido durante dias por causa do tamanho do penteado daquela mulher. E mencionado que o seminário apenas provocaria outra roda de piadas. Era preciso começar novamente.
Afastou os cabelos do rosto e tentou controlá-los em um asseado rabo-de-cavalo. Ajeitou as flores de seda no vaso sobre a escrivaninha tão precisamente quanto estavam construídos os cinco andares da Corporação Barrington no deserto Sonoran, nas cercanias de Phoenix.
Aprumou-se e ajeitou o terninho acinzentado de modelo conservador. Era quente demais para aquele escritório, apesar do ar condicionado e de ser apenas o princípio da manhã.
— Sam, amo você desde que aceitei este emprego, seis meses atrás — disse ela, imaginando que uma aproximação direta e simples fosse melhor. — Foi por sua causa que aceitei este emprego. Quando me entrevistou, impressionou-me tanto que não pude parar de pensar em você. Eu tinha aquela oferta em St. Louis mas não a quis porque... Bem, apenas porque fiquei encantada com seu jeito. Tenho mantido meus sentimentos ocultos já que você é, quero dizer, era, noivo. Ao menos foi o que ouvi. — Colocou a mão na testa. Por que não podia fazer aquilo direito? — O que pretendo dizer é que todos sabemos que você é noivo. Era. E não me interprete mal. Melissa é uma mulher maravilhosa.
Mordeu o lábio diante da mentira. Nas poucas vezes em que Melissa fora à Corporação Barrington, agira de maneira nada cordial.
Patrícia não gostava de ter pensamentos maldosos. Ficava imaginando também quanto de seu julgamento estaria intensificado pelo... ciúme. Mas agora as fofocas da empresa eram inequívocas: Melissa e Sam haviam rompido o noivado. Sam era vice-presidente de recursos humanos da Barrington e, oficialmente, chefe de Patrícia. Era também um homem descompromissado. Uma situação que, dado o interesse que despertava nas mulheres, duraria pouco tempo.
De fato, Patrícia não teria ficado surpresa se ao chegar ao trabalho naquela manhã descobrisse uma fila de lindas mulheres no saguão, diante da sala de Sam.
Por isso tudo, se tivesse uma chance com o chefe, agiria. Era agora ou nunca.
— Lamento por você e Melissa terem rompido — prosseguiu Patrícia. Oh, era outra mentira. E das ruins.
Olhou para o relógio de pulso. Passava das nove horas. Pegou os papéis sobre a escrivaninha. Quinze currículos de estudantes graduando-se nas melhores escolas. Fora ideia sua recrutá-los em uma praia do sul da Flórida durante o feriado de primavera.
Sam ficara animadíssimo. Era uma ótima maneira de analisar os candidatos em uma atmosfera relaxada e amigável. Haviam feito reservas que coincidissem com os feriados de primavera das maiores universidades estaduais.
Patrícia e Sam haviam sido inseparáveis. Passaram seus dias na praia conversando com estudantes e distribuindo brochuras sobre a corporação, nas quais eram expostos os generosos pacotes de benefícios oferecidos aos funcionários.
Passaram as noites nos melhores restaurantes de Fort Lauderdale, avaliando os currículos dos candidatos. E, nos intervalos do trabalho, divertiram-se. Certa tarde, assistiram a um espetáculo na boate do hotel. E foram regularmente à quadra de basquete do parque local.
Patrícia até se esquecera de que ele era noivo. Obviamente, via-a apenas como uma colega. Não como mulher.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Trilogia Romances e Reinados

1- Um Príncipe Arrogante
ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Um casamento para o monarca rebelde

Tudo o que o príncipe Nikandros Constantinides queria antes de assumir o trono era uma última noite de paixão com Sofia Ramirez. 
Depois do terrível acidente que tirou a vida do seu irmão, Nik decide transformar o seu noivado político em casamento real, para que possa assumir a coroa de Akathinia. Ele só não esperava que Sofia tivesse engravidado naqueles últimos momentos juntos. 
Sofia nunca esperou ficar grávida, e muito menos ser obrigada a se casar por causa disso. Mas ela fará o necessário para o bem-estar de seu filho... e para conquistar o coração de Nik.

2- Uma Princesa em Apuros
Herdeira perdida e proibida

Quando Aleksandra revela que é a filha secreta do antigo rei de Akathinia, ela se vê de repente em um mundo aristocrático ao qual não está acostumada. 

Aristos, amigo da família e dono de uma firma de segurança, é encarregado de cuidar da nova princesa, e tem ordens expressas de não se envolver com ela. Mas a linda Aleksandra desperta desejos rebeldes nele. Com o calor aumentando, as regras param de importar, até que Aristos percebe que o mais difícil será proteger Aleksandra de si mesmo!


3- A Princesa Rebelde 


O homem que ela ama odiar…

Muitas mulheres matariam para se casar com o rei Kostas Laskos. Stella Constantinides não é uma delas. Mas, pela paz do reino, concordou em se unir ao homem que foi capaz de se aproveitar de seu momento de vulnerabilidade e partir seu coração. 
Mesmo com a decisão tomada, Stella se recusa a ser seduzida pelo charme do marido. 
Porém, á primeira noite como casados prova que Stella não é imune a Kostas.
Em pouco tempo, ela começa a ver a verdade por trás dos erros do passado... E faz o que jurou nunca voltar a fazer: se apaixonar por Kostas!

Trilogia Romances e Reinados
1-  Um Príncipe Arrogante
2- Uma Princesa em Apuros
3- A Princesa Rebelde 
Série concluída

Sonhos do Passado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Sussurros... Beijos... Muito mais que paixão!

Ao entrevistar Matt Ramirez, Sorrel Elliot tinha apenas um objetivo: dar um furo jornalístico, mas se apaixonou perdidamente por ele. 
Quando Matt descobriu por que Sorrel se aproximara dele, ficou convencido de que o tórrido caso de amor entre eles não passara de uma farsa. 
Então Sorrel perdeu os dois: a história e o homem! 
Agora, cinco anos depois, ela encontra Matt no último lugar que poderia imaginar: Barbados! Além disso, a despeito do tempo que se passara; duas coisas permanecem intactas; a intensa atração que sentem um pelo outro, e a desconfiança de Matt!

Capítulo Um

— Mais champanhe, señorita?
— Não, Jorge, obrigada.
Sorrel colocou o copo vazio na bandeja prateada que o garçom segurava. Olhou para o salão, observando os animados grupos compostos por homens com ternos cinzentos e mulheres elegantes.
Conseguiu localizar Matt, entretido numa conversa com um homem de cabelo grisalho. Seus ouvidos aguçados captaram o timbre rouco e aveludado da voz dele, com seu leve sotaque estrangeiro. Matt ergueu a cabeça e encarou-a rapidamente. Depois voltou a concentrar-se na conversa.
Aquele olhar fugidio, cheio de ternura, provocou nela uma reação imediata. A pulsação se acelerou e o coração bateu com mais força. Sorrel tinha certeza absoluta de que Matt a convidaria para passar a noite no apartamento. Também sabia que aceitaria o convite sem pestanejar.
Ao pensar no que poderia acontecer quando estivessem a sós, corou violentamente e, para disfarçar, virou o rosto para a janela. A paisagem, vista da cobertura de Matt, era ainda mais impressionante àquela hora. Londres estava envolta num brilho difuso. No rio Tâmisa, que corria preguiçosamente, caíam gotas miúdas de chuva. 

Um cenário místico, pontilhado pelas luzes que piscavam na cidade inteira.
A chuva aumentou e as gotas escorreram pelo vidro com maior intensidade. "Como lágrimas", pensou Sorrel com um sorriso. Mas não haveria lágrimas naquela noite. Ao contrário, haveria felicidade. Porque ela finalmente iria se entregar ao homem que amava.
Quando isso acontecesse, teria fim uma história marcada pela suspeita e pela hostilidade. 
Em seu lugar entraria outra, de intensa atração. E essa nova história poria um ponto final a uma solidão que durava mais de três anos. Desde os dezenove que ela não conseguia se apaixonar por ninguém.
Naquela tarde, Sorrel sentira que os laços daquele amor haviam se tornado mais forte.
Algumas horas antes, ao ir com Matt para o apartamento, de mãos dadas, passaram pelo parque Saint James e parara para alimentar os patos. No exato instante em que o fitara, percebera um brilho diferente nos olhos verdes.